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Este conjunto de poemas é atribuído a Gregório de Matos (1636-1696), figura central do Barroco brasileiro. Produzidos na Bahia colonial, os textos relatam os embaraços amorosos do eu lírico com a mulata Antônia. A obra transita entre o desejo carnal, a frustração diante da recusa da amada e a sátira, retratando o cotidiano soteropolitano e o comportamento licencioso da elite da época.
Estes poemas de Gregório de Matos (1636-1696), figura central do Barroco brasileiro, refletem a boemia e a vivência na Bahia do século XVII. Dirigidas a Bárbara (ou Babu), uma mulata meretriz, as composições exploram o desejo carnal e a frustração do eu lírico diante das negativas da amada. Com tom satírico e erótico, o poeta transforma seus embaraços cotidianos em fina ironia, utilizando a linguagem para expressar paixão e crítica aos costumes sociais.
Este conjunto de poemas é atribuído a Gregório de Matos (1636-1696), o "Boca do Inferno", figura central do Barroco brasileiro. Os textos foram produzidos na Bahia, no século XVII, possivelmente em um contexto de convivência social da elite soteropolitana. A obra reflete o dilema amoroso, a frustração do eu lírico diante de impossibilidades amorosas, a observação do cotidiano e a reflexão moral, típicas da lírica satírica e amorosa do poeta em sua vivência na sociedade colonial baiana.
Este conjunto de crônicas, atribuído ao poeta barroco Gregório de Matos, foi produzido no século XVII, na Bahia colonial. As composições, muitas vezes satíricas e irônicas, retratam o cotidiano baiano sob a ótica de um exilado. O autor documenta com agudeza os costumes, vícios, a corrupção social e os flagelos da época, como a peste de 1686, utilizando uma linguagem erudita e contundente para criticar a hipocrisia e a precariedade da vida na Corte da então capital do Brasil.
A escritora e pesquisadora Conceição Evaristo teve publicado em livro, pela primeira vez em circulação nacional, seu estudo de mestrado sobre literatura negra. A obra, intitulada Literatura Negra – Uma Poética de Nossa Afro-Brasilidade, recupera uma pesquisa defendida originalmente na PUC-Rio em 1996 e apresenta uma das primeiras formulações acadêmicas do conceito de escrevivência, que posteriormente se tornou central na produção literária e intelectual da autora.
Estes poemas de Gregório de Matos, produzidos no século XVII em Salvador, integram o ciclo de sátiras trocadas entre o poeta e o vigário Lourenço Ribeiro. Em um cenário de tensões sociais e boemia colonial, as composições utilizam a agressividade verbal e o deboche para atacar a autoridade, a moral e a honra alheia. A obra documenta a faceta cáustica de Gregório, que, ao ser satirizado, responde com petulância, denunciando as hipocrisias da elite e da sociedade baiana seiscentista.
O texto é atribuído a Gregório de Matos, expoente do Barroco brasileiro do século XVII. Produzido provavelmente em Salvador, Bahia, no contexto colonial seiscentista, reflete as vivências amorosas e satíricas do poeta em sua sociedade. A obra compila versos dirigidos à dama "Brites", traçando um arco que vai do galanteio idealizado ao desengano satírico diante do casamento da musa com outro sujeito, revelando as tensões entre desejo, honra e vaidade.
Estes versos de Gregório de Matos, produzidos em Salvador no século XVII, compõem um ciclo satírico dedicado a Maria Viegas. Em um contexto de boemia e tensões coloniais, o poeta utiliza uma linguagem chula e agressiva para subverter os padrões morais da elite baiana, explorando temas como desejo carnal, honra e vaidade, ao mesmo tempo em que ironiza a convivência social e os "milagres" (ou vícios) que o poeta percebia no cotidiano de sua época.
Esta coletânea de Gregório de Matos, produzida no século XVII em Salvador, reflete o desassossego do "poeta da boca do inferno" durante seu exílio. Em meio a reflexões sobre a soledade, a inconstância da fortuna e a corrupção da Corte, o autor utiliza uma linguagem erudita e barroca para exprimir suas angústias existenciais e afetivas. A obra é uma crônica das tensões do viver baiano, abordando temas como a vaidade, o desengano amoroso e a efemeridade da vida frente à morte inevitável.
Estes poemas, do século XVII, compõem a lírica satírica de Gregório de Matos. Produzidos na Bahia, satirizam figuras locais que buscavam ascensão social e prestígio através de artifícios, falsas fidalguias e títulos comprados, além de criticar a elite "Caramuru" (descendentes de colonos e indígenas). O autor usa o deboche e a ironia para expor o arrivismo e a hipocrisia de uma sociedade colonial em busca de validação aristocrática.