Por Machado de Assis (1892)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome da prosa brasileira do século XIX, publicou a crônica “Vae soli!” em julho de 1892. O texto reflete, com ironia e erudição, sobre a solidão, o tédio moderno e as relações afetivas vistas sob a ótica do cansaço existencial. A partir de um anúncio de jornal, o autor examina o desencanto da vida adulta e as ilusões do casamento, convidando o leitor a uma leitura crítica e espirituosa da condição humana.
Leia maisPor Machado de Assis (1896)
Machado de Assis (1839–1908) é o autor do conto “Entre santos”, narrativa de feição fantástica e satírica que explora a religiosidade, a hipocrisia moral e a psicologia humana. Por meio do diálogo entre imagens sacras, o texto ironiza a devoção interessada e revela o olhar crítico do autor sobre a fé e o egoísmo, combinando humor, reflexão moral e imaginação.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839–1908), principal escritor do Realismo brasileiro, publicou o conto “Entre duas datas” em 1884. O texto aborda a memória amorosa, o desgaste do tempo e a impossibilidade de reviver o passado, acompanhando encontros e desencontros marcados pela desilusão. Com fina análise psicológica, o autor convida o leitor a refletir sobre mudanças pessoais e afetivas.
Leia maisPor Machado de Assis (1869)
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “Ernesto de Tal”, narrativa urbana que explora o amor romântico, o ciúme, a inconstância feminina e as ilusões do sentimento, com ironia e análise psicológica. Ambientado no Rio de Janeiro oitocentista, o texto combina humor, crítica social e observação moral, antecipando traços centrais da ficção madura do autor.
Leia maisPor Machado de Assis (1882)
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “Eterno!”, narrativa em primeira pessoa que investiga a ironia do amor dito eterno, o desejo, a amizade traída e a ação do tempo sobre as paixões humanas. Com análise psicológica fina e tom memorialístico, o texto confronta idealização amorosa e experiência, tema recorrente na prosa machadiana.
Leia maisPor Machado de Assis (1882)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, constrói em “Evolução” uma narrativa irônica sobre a circulação das ideias e a vaidade intelectual. O conto satiriza o progresso político e material, mostrando como pensamentos alheios são apropriados e transformados em discurso pessoal. Com humor sutil, o texto convida à reflexão sobre autoria, ambição e modernidade no Brasil oitocentista.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, explora em “Ex cathedra” a ironia entre razão, ciência e sentimentos humanos. O conto satiriza o excesso de racionalismo ao narrar a tentativa de ensinar o amor por métodos científicos, revelando o contraste entre teoria e experiência. Publicado no Rio de Janeiro, o texto convida à reflexão sobre educação, afeto e limites da lógica.
Leia maisPor Machado de Assis (1866)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, aborda em “Felicidade pelo casamento” a formação do amor conjugal como caminho de realização afetiva e moral. O texto acompanha a passagem da introspecção solitária à plenitude do matrimônio, refletindo valores sentimentais do século XIX. O conto foi publicado no Rio de Janeiro, em 1866, no Jornal das Famílias, periódico voltado à literatura e costumes.
Leia maisPor Machado de Assis (1899)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou Dom Casmurro, romance centrado na memória, no ciúme e na instabilidade da verdade. Narrado por Bentinho, o texto convida o leitor a reconstruir, com suspeita crítica, a história de Capitu. Obra-prima da prosa machadiana, combina ironia, introspecção psicológica e ambiguidade narrativa.
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