Por Padre Antônio Vieira (1647)
O “Sermão da Bula da Santa Cruzada”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1647, na Catedral de Lisboa, em Portugal, no contexto da publicação da Bula da Santa Cruzada. O objetivo era explicar e valorizar suas graças espirituais, incentivando os fiéis a participar desse ato religioso. Vieira discute a misericórdia e a salvação, defendendo a importância da fé, da penitência e da prática cristã.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1673)
O “Sermão da Quarta-Feira de Cinza”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1673, na Igreja de Santo Antônio dos Portugueses, em Roma, durante a Quaresma. Nesse contexto religioso, Vieira busca levar os fiéis a refletir sobre a morte e a salvação da alma. O sermão defende que o homem deve abandonar as vaidades e os pecados, “morrendo” para o mundo antes da morte física, para alcançar a bem-aventurança eterna.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1674)
O “Sermão da Rainha Santa Isabel”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1674, na Igreja de Santo Antônio dos Portugueses, em Roma, durante as celebrações em homenagem à santa portuguesa. Dirigido aos fiéis, o sermão busca exaltar a fé e as virtudes de Isabel. Vieira apresenta a rainha como exemplo de santidade, caridade e força, destacando sua dupla condição: grande rainha por ser santa e grande santa por ser rainha.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1652)
O “Sermão no Sábado Quarto da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em Lisboa, em 1652, durante a Quaresma, com o objetivo de orientar os fiéis sobre os perigos da tentação. Vieira argumenta que os homens podem ser tentadores mais perigosos que o demônio. Por meio de exemplos bíblicos e argumentos religiosos, o sermão ensina como resistir às tentações e buscar a conversão.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1669)
O “Sermão das Lágrimas de São Pedro”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1669, durante a Semana Santa, na Catedral de Lisboa. Partindo da passagem bíblica em que Pedro nega Cristo três vezes e depois se arrepende, Vieira utiliza o episódio para refletir sobre o pecado, o arrependimento e a conversão. O sermão destaca as lágrimas como símbolo do reconhecimento dos próprios erros e da busca pelo perdão divino.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1670)
O “Sermão do Mandato”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1655, na Misericórdia de Lisboa, durante a celebração da Quinta-feira Santa. Nesse contexto religioso, Vieira reflete sobre o amor de Cristo e sua entrega aos homens. O sermão compara o amor de Cristo no momento da Encarnação e no momento de sua partida, destacando a grandeza e a perfeição do amor divino.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Este conjunto de poemas é atribuído a Gregório de Matos (1636-1696), figura central do Barroco brasileiro. Produzidos na Bahia colonial, os textos relatam os embaraços amorosos do eu lírico com a mulata Antônia. A obra transita entre o desejo carnal, a frustração diante da recusa da amada e a sátira, retratando o cotidiano soteropolitano e o comportamento licencioso da elite da época.
Leia maisPor Gregório de Matos (1693)
Estes poemas de Gregório de Matos (1636-1696), figura central do Barroco brasileiro, refletem a boemia e a vivência na Bahia do século XVII. Dirigidas a Bárbara (ou Babu), uma mulata meretriz, as composições exploram o desejo carnal e a frustração do eu lírico diante das negativas da amada. Com tom satírico e erótico, o poeta transforma seus embaraços cotidianos em fina ironia, utilizando a linguagem para expressar paixão e crítica aos costumes sociais.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Este conjunto de poemas é atribuído a Gregório de Matos (1636-1696), o "Boca do Inferno", figura central do Barroco brasileiro. Os textos foram produzidos na Bahia, no século XVII, possivelmente em um contexto de convivência social da elite soteropolitana. A obra reflete o dilema amoroso, a frustração do eu lírico diante de impossibilidades amorosas, a observação do cotidiano e a reflexão moral, típicas da lírica satírica e amorosa do poeta em sua vivência na sociedade colonial baiana.
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