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#Contos#Literatura Brasileira

O Falso Dom Henrique V

Por Lima Barreto (1921)

Em O Falso Dom Henrique V, Lima Barreto usa a sátira para explorar ambições, aparências e ilusões de grandeza. A narrativa acompanha situações marcadas pelo engano e pela busca de prestígio, revelando como títulos e falsas imagens podem seduzir a sociedade. Com humor crítico, o autor questiona valores superficiais e expõe contradições humanas e sociais de seu tempo.

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#Contos#Literatura Brasileira

O Filho de Gabriela

Por Lima Barreto (1915)

Em O Filho de Gabriela, Lima Barreto aborda dramas familiares e tensões sociais a partir da trajetória de personagens marcados pela pobreza e pelo preconceito. Com olhar atento às injustiças do cotidiano, o autor revela como origem social e relações de poder influenciam destinos individuais. A narrativa combina emoção e crítica, convidando o leitor à reflexão sobre a sociedade brasileira.

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#Contos#Literatura Brasileira

Assombramento

Por Afonso Arinos (1898)

Em “Assombramento”, Afonso Arinos mergulha no universo das crenças populares e do imaginário sertanejo para narrar uma história marcada pelo medo e pelo mistério. O conto mostra como lendas, superstições e relatos sobrenaturais influenciam a vida das pessoas, criando tensão entre razão e fantasia. Com linguagem envolvente, o autor retrata costumes e valores do interior brasileiro.

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#Contos#Literatura Brasileira

A Nova Califórnia

Por Lima Barreto (1910)

“A Nova Califórnia”, de Lima Barreto, constrói uma sátira envolvente sobre a ganância humana e a busca desenfreada por riqueza fácil. A narrativa acompanha a agitação de uma pequena cidade após a promessa de descoberta de ouro, revelando ambição, egoísmo e comportamentos absurdos. Com humor e crítica social, o autor expõe fragilidades morais da sociedade brasileira.

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#Contos#Literatura Brasileira

A Mulher do Anacleto

Por Lima Barreto (1923)

“A Mulher do Anacleto”, de Lima Barreto, apresenta uma narrativa marcada pela observação crítica dos costumes sociais e das relações humanas. O texto acompanha situações do cotidiano que revelam ciúmes, aparências e desigualdades, expondo comportamentos muitas vezes contraditórios. Com ironia e sensibilidade, o autor retrata a sociedade brasileira de seu tempo.

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#Contos#Literatura Brasileira

Carta de um Defunto Rico

Por Lima Barreto (1921)

“Carta de um defunto rico”, de Lima Barreto, utiliza humor e ironia para imaginar a voz de um morto que reflete sobre riqueza, poder e valores sociais. Em tom satírico, o texto critica a ambição, a hipocrisia e os privilégios das elites, revelando contradições da sociedade brasileira. A narrativa mostra a habilidade do autor em unir sarcasmo e reflexão.

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#Comédias#Literatura Brasileira

Os deuses de casaca

Por Machado de Assis (1866)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores da literatura brasileira, escreveu a comédia Os deuses de casaca, encenada em 28 de dezembro de 1865 e datada de 1º de janeiro de 1866, no Rio de Janeiro. A peça satiriza, com humor e ironia, a decadência dos deuses do Olimpo ao confrontá-los com a modernidade, explorando temas como vaidade, poder e transformação social.

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#Contos#Literatura Brasileira

Orai por ele

Por Machado de Assis (1895)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Orai por ele” na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1895. O conto apresenta, com ironia e humor, o julgamento moral de um comendador recém-falecido por dois conhecidos, revelando hipocrisias, vaidades e contradições sociais. A narrativa expõe a relatividade das opiniões e critica a superficialidade dos juízos humanos.

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#Contos#Literatura Brasileira

Onze anos depois

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “Onze anos depois” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1875. O conto explora reencontros, memória e traição, ao narrar o conflito entre amizade e desejo amoroso. Com ironia e análise psicológica, o autor revela as ambiguidades morais e a fragilidade dos sentimentos humanos.

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