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#Contos#Literatura Brasileira

O anjo Rafael

Por Machado de Assis (1869)

O conto “O anjo Rafael”, de Machado de Assis (1839–1908), um dos principais autores do realismo brasileiro é uma narrativa que explora, com ironia e observação psicológica, temas como interesse, ambição e aparência moral nas relações sociais. A história acompanha o médico Antero da Silva e seu envolvimento com o excêntrico major Tomás e sua filha Celestina, revelando críticas sutis ao egoísmo humano e às ilusões do dinheiro e do prestígio. O conto foi publicado originalmente no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1869.

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O anjo das donzelas

Por Machado de Assis (1864)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores da literatura brasileira, publicou o conto “O anjo das donzelas” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1864. A narrativa, de tom fantástico e moral, acompanha Cecília, jovem que faz um pacto com um anjo para viver sem amar. O conto reflete, com ironia e crítica, sobre os efeitos da educação sentimental e das leituras românticas na formação do imaginário feminino.

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Demônios

Por Aluísio Azevedo (1893)

O conto Demônios, de Aluísio Azevedo, apresenta uma narrativa marcada por tensão psicológica e atmosfera sombria. A história explora conflitos interiores, paixões intensas e impulsos humanos que parecem dominar os personagens como forças inevitáveis. Com tom dramático e crítico, o texto reflete sobre os limites entre razão, desejo e moral na sociedade.

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Filomena Borges

Por Aluísio Azevedo (1884)

Filomena Borges, de Aluísio Azevedo, apresenta a história de uma jovem envolvida em relações marcadas por interesses, paixões e conflitos sociais. A narrativa acompanha os desafios enfrentados pela protagonista em meio às expectativas e pressões da sociedade. Com olhar crítico, a obra revela costumes e valores do período, explorando as tensões entre sentimentos, ambição e reputação.

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Girândola de Amores

Por Aluísio Azevedo (1882)

Girândola de Amores, de Aluísio Azevedo, reúne histórias marcadas por paixões, encontros e desencontros amorosos. A narrativa acompanha personagens envolvidos em relações complexas, nas quais sentimentos, interesses e ilusões se entrelaçam. Com olhar crítico e irônico, a obra explora os costumes e as contradições das relações afetivas na sociedade de seu tempo.

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Mattos, Malta ou Matta?

Por Aluísio Azevedo (1884)

Mattos, Malta ou Matta? apresenta uma narrativa marcada por situações curiosas e irônicas envolvendo a dúvida sobre um nome: Mattos, Malta ou Matta. A partir dessa confusão, a história desenvolve episódios que revelam vaidades, aparências e pequenas rivalidades sociais. Com tom leve e bem-humorado, o enredo explora as contradições do comportamento humano e os costumes da sociedade da época.

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O Cortiço

Por Aluísio Azevedo (1890)

O Cortiço apresenta a vida em um grande cortiço do Rio de Janeiro, onde diferentes personagens convivem em meio a disputas, paixões e dificuldades do cotidiano. A narrativa mostra como o ambiente influencia o comportamento das pessoas, revelando conflitos sociais, ambições e relações humanas dentro desse espaço coletivo marcado por intensa convivência.

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Casa de Pensão

Por Aluísio Azevedo (1884)

Casa de Pensão, de Aluísio Azevedo, retrata a história de Amâncio, um jovem que se muda para o Rio de Janeiro para estudar e acaba se envolvendo em conflitos amorosos e sociais dentro de uma pensão. A obra expõe as tensões morais e os interesses da sociedade da época, revelando, com olhar crítico, as hipocrisias e pressões que moldam o destino dos personagens.

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O passado, passado

Por Machado de Assis (1866)

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O pai” originalmente no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. O conto retrata, em tom moral e sentimental, a queda e redenção de uma jovem seduzida, exaltando o amor paterno, o trabalho e a reparação como caminhos de honra.

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