Por Machado de Assis (1872)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O Programa” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1872. O conto acompanha a trajetória de Romualdo, cuja vida é guiada por ambiciosos planos que fracassam diante da realidade. Com ironia, o autor critica a ilusão do controle absoluto do destino e expõe as contradições entre ideal e experiência.
Leia maisPor Machado de Assis (1878)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O machete” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1878. A narrativa acompanha o músico Inácio Ramos, cujo ideal artístico entra em conflito com o gosto popular e a vida conjugal. Com ironia, o autor reflete sobre arte, vaidade e frustração, revelando a fragilidade das aspirações humanas.
Leia maisPor Machado de Assis (1874)
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O caso do Romualdo” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1874. O conto explora, com ironia, as relações entre ambição política, interesses sociais e afetivos, acompanhando um triângulo de interesses que envolve casamento, poder e conveniência, revelando a crítica machadiana às motivações humanas.
Leia maisPor Machado de Assis (1866)
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou o conto “O contrato” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. A narrativa acompanha duas amigas que firmam um pacto de casamento simultâneo, explorando com ironia temas como amizade, expectativas amorosas e frustrações. O desfecho revela a fragilidade dos compromissos idealizados diante da realidade e dos interesses individuais.
Leia maisPor Machado de Assis (1869)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O Destinado” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1869. A narrativa acompanha a indecisão amorosa de Delfina entre dois pretendentes, explorando com ironia e sutileza psicológica temas como escolha, ilusão e destino, até revelar um desfecho inesperado que relativiza os ideais românticos.
Leia maisPor Machado de Assis (1906)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “O escrivão Coimbra” no Almanaque Brasileiro Garnier, no Rio de Janeiro, em 1906. O conto retrata a obsessão de um escrivão pela loteria, explorando fé, acaso e ilusão. Com ironia e análise psicológica, o autor critica a persistência humana diante da esperança e revela as contradições entre descrença e superstição.
Leia maisPor Machado de Assis (1882)
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou o conto “O imortal” originalmente em 1882, no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. A narrativa, marcada por ironia e fantástico, discute a imortalidade como maldição, acompanhando a vida interminável de um homem condenado ao tédio, à perda e à repetição da experiência humana.
Leia maisPor Coelho Neto (1897)
“A partida”, de Coelho Neto, aborda o momento da despedida e os sentimentos que a acompanham, como saudade, incerteza e esperança. Com tom sensível, a narrativa explora as emoções dos personagens diante da separação, revelando a intensidade dos laços afetivos e as marcas deixadas pelo afastamento.
Leia maisPor Coelho Neto (1895)
Em “O Duplo”, Coelho Neto explora a ideia da duplicidade humana, acompanhando um personagem que se depara com uma versão de si mesmo. A narrativa mergulha em conflitos psicológicos e identitários, revelando tensões entre aparência e essência, em um clima de mistério e introspecção que provoca reflexão sobre a própria identidade.
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