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#Comédias#Literatura Brasileira

Os deuses de casaca

Por Machado de Assis (1866)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores da literatura brasileira, escreveu a comédia Os deuses de casaca, encenada em 28 de dezembro de 1865 e datada de 1º de janeiro de 1866, no Rio de Janeiro. A peça satiriza, com humor e ironia, a decadência dos deuses do Olimpo ao confrontá-los com a modernidade, explorando temas como vaidade, poder e transformação social.

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Orai por ele

Por Machado de Assis (1895)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Orai por ele” na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1895. O conto apresenta, com ironia e humor, o julgamento moral de um comendador recém-falecido por dois conhecidos, revelando hipocrisias, vaidades e contradições sociais. A narrativa expõe a relatividade das opiniões e critica a superficialidade dos juízos humanos.

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Onze anos depois

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “Onze anos depois” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1875. O conto explora reencontros, memória e traição, ao narrar o conflito entre amizade e desejo amoroso. Com ironia e análise psicológica, o autor revela as ambiguidades morais e a fragilidade dos sentimentos humanos.

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Onda

Por Machado de Assis (1867)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo no Brasil, publicou “Onda” no Jornal das Famílias em 1867, no Rio de Janeiro. O conto retrata, com ironia, a volubilidade amorosa e o jogo de aparências nos salões da elite, expondo vaidade, sedução e interesse nas relações afetivas, em uma crítica sutil aos costumes sociais do século XIX.

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Os óculos de Pedro Antão

Por Machado de Assis (1874)

Machado de Assis (1839–1908), grande nome do Realismo brasileiro, publicou “Os óculos de Pedro Antão” no Jornal das Famílias, em 1874. O conto mistura humor e mistério ao narrar a investigação imaginativa sobre a vida de um homem recluso, ironizando a tendência humana de criar explicações fantasiosas. Ao final, revela-se uma crítica sutil à interpretação precipitada e às ilusões da razão.

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O melhor remédio

Por Machado de Assis (1863)

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo no Brasil, publicou “O melhor remédio” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1863. Em forma de diálogo, o conto retrata conflitos conjugais e vaidades cotidianas, explorando, com ironia, ciúmes, consumismo e aparências sociais, ao revelar as tensões da vida burguesa oitocentista.

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Papéis velhos

Por Machado de Assis (1884)

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “Papéis velhos” na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1884. O conto acompanha o deputado Brotero, que, entre ambições políticas frustradas e recordações amorosas, revisita cartas antigas, refletindo sobre memória, vaidade e a fugacidade das paixões, em narrativa marcada por ironia e análise psicológica.

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Pobre Cardeal!

Por Machado de Assis (1886)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo, publicou Pobre cardeal! em 1886, na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro. O conto explora, com ironia, a influência das aparências e da memória na justiça, revelando como simpatias pessoais podem interferir no julgamento moral e social.

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Pobre Finoca!

Por Machado de Assis (1891)

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do realismo no Brasil, publicou Pobre Finoca! em 1891, no periódico A Estação, no Rio de Janeiro. O conto retrata, com ironia, jogos de interesse, vaidade e ilusões amorosas na sociedade urbana, expondo a instabilidade dos sentimentos e a crítica aos costumes burgueses.

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