Por Machado de Assis (1893)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em “Um quarto de século” os desencontros entre ideal amoroso e vida conjugal. O conto narra o reencontro de Tomás e Raquel após vinte e cinco anos de separação, examinando memória, ilusões afetivas e a passagem do tempo com a fina ironia característica do autor. Publicado originalmente na revista A Estação, em 15 de agosto de 1893, no Rio de Janeiro.
Leia maisPor Machado de Assis (1906)
Machado de Assis (1839–1908), fundador da Academia Brasileira de Letras e maior nome da literatura brasileira, publicou “Um incêndio” originalmente no Almanaque Brasileiro Garnier, em 1906. O conto narra o gesto heroico de um oficial da marinha inglesa que arrisca a vida para salvar uma suposta vítima de um incêndio em Montevidéu. Com ironia sutil e refinada construção narrativa, Machado reflete sobre coragem, ilusão e os limites da percepção humana.
Leia maisPor Machado de Assis (1873)
Machado de Assis foi o maior nome do Realismo brasileiro. Publicado originalmente no Jornal das Famílias em 1873, no Rio de Janeiro, “Um homem superior” retrata a ascensão social de Clemente Soares, personagem movido pela ambição, pelo interesse e pela ingratidão. Com fina ironia, o conto expõe a hipocrisia das relações sociais e antecipa temas centrais da maturidade machadiana.
Leia maisPor Machado de Assis (1875)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “Um esqueleto” originalmente no Jornal das Famílias, entre outubro e novembro de 1875. Neste conto de atmosfera fantástica e macabra, o excêntrico Dr. Belém convive com o esqueleto da primeira esposa, em uma narrativa que combina suspense, ironia e reflexão sobre ciúme, culpa e loucura. O desfecho surpreendente revela o jogo literário característico do autor.
Leia maisPor Machado de Assis (1886)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em “Um dístico” a memória, a ironia e a crítica dos costumes urbanos do Rio de Janeiro oitocentista. A partir da observação de um pedinte de irmandade que também trabalha como porteiro de teatro, o autor constrói uma narrativa breve e mordaz sobre aparência, moralidade e hipocrisia social. O conto foi publicado originalmente em A Quinzena, em 1º de julho de 1886.
Leia maisPor Euclides da Cunha (1902)
"Os Sertões" é a obra mais conhecida de Euclides da Cunha e retrata a Guerra de Canudos, conflito ocorrido no interior da Bahia no final do século XIX. Combinando história, jornalismo, sociologia e literatura, o autor analisa a paisagem do sertão, o perfil de seus habitantes e os acontecimentos que levaram ao confronto entre os seguidores de Antônio Conselheiro e o Exército brasileiro, oferecendo uma reflexão profunda sobre o Brasil de sua época.
Leia maisPor Machado de Assis (1888)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, explora em “Um Homem Célebre” o conflito entre vocação e ambição artística. Publicado originalmente no jornal Gazeta de Notícias, em 29 de junho de 1888, o conto narra o drama do compositor Pestana, célebre por suas polcas populares, mas frustrado por não conseguir criar a obra erudita que sonha legar à posteridade. Com fina ironia e análise psicológica, Machado reflete sobre talento, reconhecimento e realização pessoal.
Leia maisPor Machado de Assis (1877)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “Um Almoço” originalmente no Jornal das Famílias, periódico do Rio de Janeiro, em 1877. O conto narra a história de Germano Seixas, homem levado ao desespero pela fome e salvo por um antigo conhecido. Com fina ironia, Machado investiga temas como gratidão, interesse, vaidade e as ambiguidades das relações humanas, revelando desde cedo sua notável capacidade de análise psicológica.
Leia maisPor Machado de Assis (1877)
Machado de Assis, principal nome da literatura brasileira, publicou o conto Um Ambicioso no Jornal das Famílias (Rio de Janeiro), em 1877. A narrativa satiriza a vaidade política e a obsessão pelo prestígio social por meio da trajetória de José Cândido, aspirante a eleitor. Com fina ironia, o autor expõe as ilusões da ambição humana e os mecanismos do clientelismo eleitoral no Brasil oitocentista.
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