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#Contos#Literatura Brasileira

Silvestre

Por Machado de Assis (1877)

Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores nomes da literatura brasileira. O conto “Silvestre”, publicado originalmente em 1877 no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, aborda o conflito entre vocação artística e imposições sociais. A narrativa explora idealização, frustração e vaidade, convidando à reflexão sobre os limites entre arte, desejo e realidade.

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#Contos#Literatura Brasileira

Singular Ocorrência

Por Machado de Assis (1884)

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do realismo brasileiro, explora em “Singular Ocorrência” as ambiguidades da paixão, da moral e do acaso. Publicado originalmente em 1884, no Rio de Janeiro, o conto revela, com ironia e sutileza psicológica, os conflitos entre aparência e verdade nas relações humanas, convidando o leitor a refletir sobre julgamentos precipitados.

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#Contos#Literatura Brasileira

Suje-se, Gordo!

Por Machado de Assis (1885)

Machado de Assis (1839–1908), expoente do realismo brasileiro, explora em “Suje-se, Gordo!” as tensões morais do julgamento humano. Publicado originalmente em 1885, no Rio de Janeiro, o conto aborda a ironia da justiça e a fragilidade ética, revelando como o acaso e a consciência desafiam certezas. Com fina crítica, convida à reflexão sobre culpa e julgamento.

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#Comédias#Literatura Brasileira

Quase ministro

Por Machado de Assis (1862)

“Quase Ministro” é uma comédia em um ato de Machado de Assis (1839–1908), que satiriza o oportunismo político e social no Rio de Janeiro do Segundo Reinado. Escrita para um sarau realizado em 22 de novembro de 1862, na Rua da Quitanda, a peça expõe, com humor, a bajulação em torno de um suposto ministro, revelando vaidades e interesses.

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#Contos#Literatura Brasileira

Quem boa cama faz...

Por Machado de Assis (1860)

“Quem Boa Cama Faz...” é conto de Machado de Assis (1839–1908) que explora, com ironia, relações amorosas, interesse e orgulho, mostrando as consequências de manipulações afetivas. A narrativa acompanha um plano para evitar um casamento arranjado que se volta contra seu idealizador, revelando a psicologia dos personagens e a crítica social típica do autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

Quem conta em conto...

Por Machado de Assis (1873)

Texto de Machado de Assis (1839–1908), “Quem conta um conto...” satiriza o gosto humano por espalhar boatos, explorando com humor as consequências da fofoca. Publicado originalmente no Jornal das Famílias (1873), no Rio de Janeiro, o conto revela a ironia e crítica social características do autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

Quem não quer ser lobo...

Por Machado de Assis (1872)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo brasileiro, explora neste conto o tema da ambição, do oportunismo e das ilusões sociais. Publicado originalmente em 1872, o texto narra, com ironia, a história de um jovem que vê numa carteira perdida a chance de ascensão, revelando as contradições entre interesse e sentimento. A narrativa combina humor e crítica aos costumes urbanos do século XIX.

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#Contos#Literatura Brasileira

Questão de vaidade

Por Machado de Assis (1864)

Publicada originalmente em 1864 no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, “Questão de vaidade”, de Machado de Assis (1839–1908), explora com ironia e crítica moral os conflitos entre amor, desejo e vaidade. A narrativa evidencia as consequências do egoísmo e da inconstância afetiva, traços recorrentes na obra do autor, antecipando sua análise psicológica refinada.

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#Romances#Literatura Brasileira

Quincas Borba

Por Machado de Assis (1891)

Publicado em 1891, no Rio de Janeiro, Quincas Borba, de Machado de Assis (1839–1908), aprofunda a crítica à sociedade e à natureza humana por meio da trajetória de Rubião. O romance explora temas como ambição, loucura e egoísmo, articulados à filosofia irônica do “Humanitismo”, revelando o olhar mordaz e psicológico característico do autor.

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