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#Sermões#Retórica

Sermão no Sábado Quarto da Quaresma

Por Padre Antônio Vieira (1652)

O “Sermão no Sábado Quarto da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em Lisboa, em 1652, durante a Quaresma, com o objetivo de orientar os fiéis sobre os perigos da tentação. Vieira argumenta que os homens podem ser tentadores mais perigosos que o demônio. Por meio de exemplos bíblicos e argumentos religiosos, o sermão ensina como resistir às tentações e buscar a conversão.

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#Sermões#Retórica

Sermão das Lágrimas de São Pedro

Por Padre Antônio Vieira (1669)

O “Sermão das Lágrimas de São Pedro”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1669, durante a Semana Santa, na Catedral de Lisboa. Partindo da passagem bíblica em que Pedro nega Cristo três vezes e depois se arrepende, Vieira utiliza o episódio para refletir sobre o pecado, o arrependimento e a conversão. O sermão destaca as lágrimas como símbolo do reconhecimento dos próprios erros e da busca pelo perdão divino.

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#Sermões#Retórica

Sermão do Mandato

Por Padre Antônio Vieira (1670)

O “Sermão do Mandato”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1655, na Misericórdia de Lisboa, durante a celebração da Quinta-feira Santa. Nesse contexto religioso, Vieira reflete sobre o amor de Cristo e sua entrega aos homens. O sermão compara o amor de Cristo no momento da Encarnação e no momento de sua partida, destacando a grandeza e a perfeição do amor divino.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Antônia

Por Gregório de Matos (1696)

Este conjunto de poemas é atribuído a Gregório de Matos (1636-1696), figura central do Barroco brasileiro. Produzidos na Bahia colonial, os textos relatam os embaraços amorosos do eu lírico com a mulata Antônia. A obra transita entre o desejo carnal, a frustração diante da recusa da amada e a sátira, retratando o cotidiano soteropolitano e o comportamento licencioso da elite da época.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Bárbora ou Babu

Por Gregório de Matos (1693)

Estes poemas de Gregório de Matos (1636-1696), figura central do Barroco brasileiro, refletem a boemia e a vivência na Bahia do século XVII. Dirigidas a Bárbara (ou Babu), uma mulata meretriz, as composições exploram o desejo carnal e a frustração do eu lírico diante das negativas da amada. Com tom satírico e erótico, o poeta transforma seus embaraços cotidianos em fina ironia, utilizando a linguagem para expressar paixão e crítica aos costumes sociais.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Ângela

Por Gregório de Matos (1696)

Este conjunto de poemas é atribuído a Gregório de Matos (1636-1696), o "Boca do Inferno", figura central do Barroco brasileiro. Os textos foram produzidos na Bahia, no século XVII, possivelmente em um contexto de convivência social da elite soteropolitana. A obra reflete o dilema amoroso, a frustração do eu lírico diante de impossibilidades amorosas, a observação do cotidiano e a reflexão moral, típicas da lírica satírica e amorosa do poeta em sua vivência na sociedade colonial baiana.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Andanças de uma viola de cabaça

Por Gregório de Matos (1696)

Este conjunto de crônicas, atribuído ao poeta barroco Gregório de Matos, foi produzido no século XVII, na Bahia colonial. As composições, muitas vezes satíricas e irônicas, retratam o cotidiano baiano sob a ótica de um exilado. O autor documenta com agudeza os costumes, vícios, a corrupção social e os flagelos da época, como a peste de 1686, utilizando uma linguagem erudita e contundente para criticar a hipocrisia e a precariedade da vida na Corte da então capital do Brasil.

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Sermão da Quinta-Feira da Quaresma

Por Padre Antônio Vieira (1669)

O “Sermão da Quinta-Feira da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado na Misericórdia de Lisboa, em 1669, durante o período da Quaresma. Partindo do episódio bíblico da cura de um cego por Cristo, Vieira critica aqueles que, mesmo tendo visão, permanecem “cegos” pela inveja e pela perfídia. O sermão busca ensinar que reconhecer a verdade e a fé exige abertura espiritual e moral.

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Sermão de Nossa Senhora de Penha de França

Por Padre Antônio Vieira (1652)

O “Sermão de Nossa Senhora de Penha de França”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1652, na Igreja e Convento de Santo Agostinho, em Lisboa, durante o tríduo da festa de Nossa Senhora, com o Santíssimo Sacramento exposto. Vieira exalta os milagres atribuídos à santa e destaca a permanência de sua devoção, refletindo sobre a memória, a fé e o poder dos milagres.

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