Por Machado de Assis (1862)
Machado de Assis (1839–1908) publicou “O País das quimeras” em 1862, no periódico O Futuro. Conto fantástico e satírico, narra a viagem aérea do poeta Tito ao reino das Quimeras, alegoria mordaz das ilusões românticas, da vaidade social e das utopias humanas, revelando já a fina ironia do jovem autor.
Leia maisPor Machado de Assis (1862)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, estreou “O protocolo” em novembro de 1862, no Ateneu Dramático do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro. Comédia em um ato, a peça satiriza o ciúme conjugal e a vaidade masculina, explorando, com ironia, as tensões da vida doméstica e os jogos de aparência social.
Leia maisPor Machado de Assis (1866)
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou o conto “O caipora” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. A narrativa acompanha a vida azarada de João das Mercês, exemplo extremo de “caiporismo”, explorando com humor e ironia a ideia de destino adverso e as ilusões humanas diante da fortuna e do acaso.
Leia maisPor Machado de Assis (1873)
Machado de Assis (1839–1908) publicou “O Relógio de Ouro” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1873. O conto explora o ciúme conjugal e a suspeita, expondo, com ironia e análise psicológica, as fragilidades do matrimônio burguês e os perigos das conclusões precipitadas.
Leia maisPor Aluísio Azevedo (1891)
Em A Mortalha de Alzira, de Aluísio, é apresentada uma história marcada por mistério, paixão e elementos sombrios. A narrativa acompanha acontecimentos ligados à figura de Alzira, envolvendo sentimentos intensos, segredos e atmosferas de suspense. Com forte tom dramático, a obra mistura romance e aspectos do fantástico para explorar temas como amor, morte e obsessão.
Leia maisPor Aluísio Azevedo (1865)
O conto Aos Vinte Anos, de Aluísio Azevedo, aborda os sentimentos, expectativas e conflitos típicos da juventude. A narrativa acompanha reflexões e experiências de personagens que enfrentam as primeiras desilusões amorosas e os desafios de amadurecer. Com olhar sensível, o texto retrata os sonhos e as inquietações que marcam essa fase de transição da vida.
Leia maisPor Manuel Antônio de Almeida (1852)
Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida, acompanha a vida de Leonardo, um personagem malandro e irreverente que cresce no Rio de Janeiro do século XIX. A obra retrata, com humor e crítica social, os costumes da época, mostrando o cotidiano das camadas populares e as confusões do protagonista em seu caminho até se tornar sargento.
Leia maisPor Aluísio Azevedo (1897)
A Condessa Vésper, de Aluísio Azevedo, apresenta uma narrativa marcada por mistério, sedução e intrigas sociais. A história acompanha a enigmática Condessa Vésper, personagem envolta em charme e segredos, cujas relações revelam interesses, ambições e conflitos da sociedade da época. Com olhar crítico, a obra explora as aparências e as contradições presentes nas relações humanas.
Leia maisPor Machado de Assis (1896)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “O enfermeiro” originalmente no livro Várias histórias, lançado no Rio de Janeiro em 1896. Narrado em tom confessional, o conto examina culpa, interesse e autojustificação ao relatar a morte suspeita de um coronel e a inesperada herança deixada ao narrador.
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