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#Crônicas#Literatura Brasileira

Eficiência Militar

Por Lima Barreto (1918)

Em Eficiência Militar, Lima Barreto utiliza a ironia para questionar o prestígio das instituições militares e a ideia de disciplina como sinônimo de progresso. Com olhar crítico, o autor expõe contradições do poder, do autoritarismo e das hierarquias sociais no Brasil de sua época. O texto revela a habilidade de Barreto em unir humor e denúncia social.

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#Contos#Literatura Brasileira

Foi buscar lã...

Por Lima Barreto (1922)

Em Foi buscar lã..., Lima Barreto constrói uma narrativa marcada pela ironia e pela observação crítica dos costumes sociais. A partir de situações cotidianas, o autor revela vaidades, interesses e contradições humanas, expondo comportamentos guiados pela aparência e pelo egoísmo. Com linguagem direta, o texto combina humor e reflexão sobre a sociedade brasileira de seu tempo.

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#Contos#Literatura Brasileira

Manel Capineiro

Por Lima Barreto (1915)

Em Manel Capineiro, Lima Barreto volta seu olhar para personagens populares e marginalizados, retratando com sensibilidade a vida simples e as dificuldades enfrentadas pelas camadas humildes da sociedade. A narrativa destaca costumes, desigualdades e relações humanas, revelando a crítica social presente na obra do autor. Com linguagem acessível, o texto valoriza figuras frequentemente ignoradas pela elite.

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#Contos#Literatura Brasileira

Milagre do Natal

Por Lima Barreto (1921)

Em Milagre do Natal, Lima Barreto utiliza o ambiente natalino para refletir sobre contrastes sociais, esperança e hipocrisias da sociedade. Com sensibilidade e ironia, o autor contrapõe o espírito cristão pregado nas festas às desigualdades vividas pelos mais pobres. O texto revela a capacidade de Barreto de transformar datas simbólicas em crítica social e humana.

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#Romances#Literatura Brasileira

Numa e a Ninfa

Por Lima Barreto (1911)

O conto “Numa e a Ninfa” foi publicado em 3 de junho de 1911 pela Gazeta da Tarde do Rio de Janeiro. “As aventuras do Dr. Bogoloff”, publicação semanal, começaram a aparecer em fins de 1912. Lima Barreto desenvolveu posteriormente a novela, com o mesmo título (Numa e a Ninfa), que foi publicada em folhetins diários, pelo jornal carioca A Noite, de 15 de março a 26 de julho de 1915. O autor aproveitou, na confecção da novela, trechos das duas publicações anteriores, o que explica diversas repetições e algumas alterações de nomes de personagens.

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#Contos#Literatura Brasileira

O Caçador Doméstico

Por Lima Barreto (1921)

Em O Caçador Doméstico, Lima Barreto utiliza o humor e a ironia para retratar hábitos cotidianos e pequenas obsessões da vida urbana. A narrativa observa comportamentos comuns dentro do ambiente familiar, transformando situações simples em crítica aos costumes e às vaidades sociais. Com estilo leve e perspicaz, o autor revela contradições humanas presentes no dia a dia.

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#Contos#Literatura Brasileira

O Falso Dom Henrique V

Por Lima Barreto (1921)

Em O Falso Dom Henrique V, Lima Barreto usa a sátira para explorar ambições, aparências e ilusões de grandeza. A narrativa acompanha situações marcadas pelo engano e pela busca de prestígio, revelando como títulos e falsas imagens podem seduzir a sociedade. Com humor crítico, o autor questiona valores superficiais e expõe contradições humanas e sociais de seu tempo.

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#Contos#Literatura Brasileira

O Filho de Gabriela

Por Lima Barreto (1915)

Em O Filho de Gabriela, Lima Barreto aborda dramas familiares e tensões sociais a partir da trajetória de personagens marcados pela pobreza e pelo preconceito. Com olhar atento às injustiças do cotidiano, o autor revela como origem social e relações de poder influenciam destinos individuais. A narrativa combina emoção e crítica, convidando o leitor à reflexão sobre a sociedade brasileira.

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#Contos#Literatura Brasileira

Assombramento

Por Afonso Arinos (1898)

Em “Assombramento”, Afonso Arinos mergulha no universo das crenças populares e do imaginário sertanejo para narrar uma história marcada pelo medo e pelo mistério. O conto mostra como lendas, superstições e relatos sobrenaturais influenciam a vida das pessoas, criando tensão entre razão e fantasia. Com linguagem envolvente, o autor retrata costumes e valores do interior brasileiro.

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