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#Contos#Literatura Brasileira

Casa, não casa...

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do conto brasileiro, explora em “Casa, Não Casa” o jogo amoroso marcado por dúvida, vaidade e ironia. A narrativa acompanha um triângulo afetivo em que aparências e ciúmes revelam ambiguidades da alma humana, num tom leve e crítico que convida à reflexão. A publicação original ocorreu em duas partes, nas edições de dezembro de 1875 e janeiro de 1876 do Jornal das Famílias.

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#Romances#Literatura Brasileira

Casada e Viúva

Por Machado de Assis (1864)

Machado de Assis (1839-1908) publicou o conto “Casada e Viúva” em novembro de 1864, no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. A narrativa revela as tensões entre casamento e traição, estabilidade e desejo, através de dois casais que encenam a felicidade aparente enquanto se questionam por dentro — típica mostra da ironia social e psicológica do autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

Caso da Vara

Por Machado de Assis (1891)

Machado de Assis (1839–1908), mestre da ironia e da análise moral, publicou “O caso da vara” em 1891, na coletânea Várias histórias, pela Garnier, no Rio de Janeiro. O conto retrata o jovem Damião diante de um dilema ético, dividido entre a própria liberdade e a compaixão por uma escrava, expondo a hipocrisia social e o egoísmo humano com a sutileza psicológica típica do autor.

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#Romances#Literatura Brasileira

Cinco Mulheres

Por Machado de Assis (1865)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou “Cinco mulheres” em 1865, no Jornal das Famílias, do Rio de Janeiro. A narrativa traça retratos femininos que revelam dramas íntimos, sentimentos reprimidos e a condição da mulher na sociedade oitocentista. O texto antecipa temas e recursos psicológicos que marcariam a maturidade do autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

Como se inventaram os almanaques

Por Machado de Assis (1890)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo e da ironia na literatura brasileira, publicou “Como se inventaram os almanaques” em 1890, no Almanaque das Fluminenses, no Rio de Janeiro. O conto, em tom alegórico e humorístico, narra o amor entre o Tempo e a Esperança, criando uma fábula filosófica sobre a passagem dos anos e a persistência do desejo humano de eternidade.

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#Contos#Literatura Brasileira

Confissões de uma viúva moça

Por Machado de Assis (1865)

Machado de Assis (1839–1908) publicou o conto Confissões de uma Viúva Moça em 1865, como folhetim no periódico carioca Jornal das Famílias. A obra, narrada em primeira pessoa por uma mulher viúva, investiga desejo, culpa e a tensão entre honra e paixão — explorando a consciência feminina com ironia e profundidade psicológica.

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#Cartas#Literatura Brasileira

A Carta

Por Pero Vaz de Caminha (1500)

A Carta, escrita por Pero Vaz de Caminha em 1º de maio de 1500, registra as primeiras impressões da chegada portuguesa ao Brasil. Descreve a terra, os povos indígenas e o impacto do encontro entre culturas. Leitura breve e vívida, convida a descobrir o início da história colonial sob o olhar de quem a testemunhou.

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#Crônicas#Literatura Brasileira

A Semana

Por Machado de Assis (1892)

O texto "A Semana" pertence à célebre coluna de crônicas de Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), publicada na recém-proclamada República. O tema é um painel irônico e cético do cotidiano, mesclando política (Centenário de Tiradentes, eleições), economia (debêntures), e costumes sociais, tudo temperado pela inconfundível sutileza e "humor definitivo" do autor. Um convite à leitura da história e da alma brasileira pelos olhos de um mestre.

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#Contos#Literatura Brasileira

As Bodas de Luís Duarte

Por Machado de Assis (1873)

"As Bodas de Luís Duarte" é um conto de Machado de Assis (1839-1908), que integra a coletânea Histórias da Meia-Noite (1873). Publicado originalmente em folhetins no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, entre junho e julho de 1873, o texto narra com ironia e agudeza de observação a celebração de um casamento na sociedade carioca do século XIX. O tema central é a sátira dos costumes burgueses, focando nas vaidades dos convidados, nas formalidades vazias e na retórica grandiloquente e artificial que permeiam os eventos sociais.

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