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#Contos#Literatura Brasileira

D. Mônica

Por Machado de Assis (1876)

Machado de Assis (1839–1908) é o autor do conto "D. Mônica", publicado originalmente no Jornal das Famílias em 1876. A história aborda temas como ambição, herança, casamento por interesse e dilemas morais, analisando a complexidade dos relacionamentos humanos e a luta entre dever e desejo. Com uma crítica sutil à sociedade carioca do século XIX, o texto é uma das exemplares narrativas de ironia machadiana.

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#Contos#Literatura Brasileira

D. Paula

Por Machado de Assis (1884)

Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “D. Paula”, narrativa de maturidade em que memória, desejo e moralidade se entrelaçam. A história examina o ciúme, o casamento e a ação do tempo sobre as paixões, revelando a psicologia feminina e a ironia sutil do autor ao confrontar passado e presente na sociedade carioca do século XIX.

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#Contos#Literatura Brasileira

Decadência de dois grandes homens

Por Machado de Assis (1873)

Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “Decadência de dois grandes homens”, narrativa de tom fantástico e irônico que dialoga com a História romana para refletir sobre loucura, poder, glória e decadência. Publicado no século XIX, o texto combina erudição clássica e humor mordaz, revelando a crítica machadiana às ilusões da grandeza humana.

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#Dramas#Literatura Brasileira

Desencantos

Por Machado de Assis (1861)

Machado de Assis (1839–1908) escreveu Desencantos, fantasia dramática que examina o confronto entre idealismo e pragmatismo nas relações amorosas e sociais. Por meio de diálogos irônicos e situações de desencanto progressivo, o texto reflete sobre amor, casamento, ambição política e amadurecimento moral, revelando o olhar crítico e sutil do autor sobre os valores do seu tempo.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Celebra o poeta (estando homiziado no Carmo) a burla que fizeram os religiosos com uma patente falsa de prior a Frei Miguel Novelos, apelidado o Latino, por divertimento em um dia de muita chuva

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Preservado em manuscritos e publicado apenas em edições críticas, narra com humor a brincadeira feita no Convento do Carmo com uma falsa patente de prior.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Ao vigário da vila de S. Francisco por uma pendência que teve com um ourives a respeito de uma mulata, que se dizia correr por sua conta

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Conhecido por manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, expõe com ironia um escândalo envolvendo um vigário, um ourives e uma mulata.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

A outro vigário de certa freguesia, contra quem se amotinavam os fregueses por ser muito ambicioso

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado apenas em manuscritos e publicado em edições críticas modernas, critica com mordacidade a ambição de um vigário que chegou a provocar a revolta de seus fregueses.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Ao vigário Antônio Marques de Pera da Encomendado na Igreja da vila de S. Francisco, ambicioso e desconhecido

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido por manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, denuncia com ironia a ambição e a postura arrogante do vigário Antônio Marques de Pera.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Ao padre Damaso da Silva, parente do poeta, e seu oposto, homem desbocado e presunçoso, com grandes impulsos de ser vigário, sendo por algum tempo em Nossa Senhora do Loreto

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Preservado em manuscritos e publicado apenas em edições críticas, censura com ironia o comportamento vaidoso do padre Damaso da Silva, parente do poeta.

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