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Machado de Assis (1839–1908), principal nome do realismo brasileiro, explora em “Singular Ocorrência” as ambiguidades da paixão, da moral e do acaso. Publicado originalmente em 1884, no Rio de Janeiro, o conto revela, com ironia e sutileza psicológica, os conflitos entre aparência e verdade nas relações humanas, convidando o leitor a refletir sobre julgamentos precipitados.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do realismo brasileiro, explora em “Suje-se, Gordo!” as tensões morais do julgamento humano. Publicado originalmente em 1885, no Rio de Janeiro, o conto aborda a ironia da justiça e a fragilidade ética, revelando como o acaso e a consciência desafiam certezas. Com fina crítica, convida à reflexão sobre culpa e julgamento.
“Quase Ministro” é uma comédia em um ato de Machado de Assis (1839–1908), que satiriza o oportunismo político e social no Rio de Janeiro do Segundo Reinado. Escrita para um sarau realizado em 22 de novembro de 1862, na Rua da Quitanda, a peça expõe, com humor, a bajulação em torno de um suposto ministro, revelando vaidades e interesses.
“Quem Boa Cama Faz...” é conto de Machado de Assis (1839–1908) que explora, com ironia, relações amorosas, interesse e orgulho, mostrando as consequências de manipulações afetivas. A narrativa acompanha um plano para evitar um casamento arranjado que se volta contra seu idealizador, revelando a psicologia dos personagens e a crítica social típica do autor.
Texto de Machado de Assis (1839–1908), “Quem conta um conto...” satiriza o gosto humano por espalhar boatos, explorando com humor as consequências da fofoca. Publicado originalmente no Jornal das Famílias (1873), no Rio de Janeiro, o conto revela a ironia e crítica social características do autor.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo brasileiro, explora neste conto o tema da ambição, do oportunismo e das ilusões sociais. Publicado originalmente em 1872, o texto narra, com ironia, a história de um jovem que vê numa carteira perdida a chance de ascensão, revelando as contradições entre interesse e sentimento. A narrativa combina humor e crítica aos costumes urbanos do século XIX.
Publicada originalmente em 1864 no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, “Questão de vaidade”, de Machado de Assis (1839–1908), explora com ironia e crítica moral os conflitos entre amor, desejo e vaidade. A narrativa evidencia as consequências do egoísmo e da inconstância afetiva, traços recorrentes na obra do autor, antecipando sua análise psicológica refinada.
Publicado em 1891, no Rio de Janeiro, Quincas Borba, de Machado de Assis (1839–1908), aprofunda a crítica à sociedade e à natureza humana por meio da trajetória de Rubião. O romance explora temas como ambição, loucura e egoísmo, articulados à filosofia irônica do “Humanitismo”, revelando o olhar mordaz e psicológico característico do autor.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora neste conto temas como interesse, casamento por conveniência e conflito entre amor e ambição. A narrativa acompanha disputas familiares e morais em torno de uma jovem viúva, revelando ironia e crítica social típicas do autor. A data e o local da publicação original não puderam ser precisamente determinados.
Ressurreição (1872), primeiro romance de Machado de Assis (1839-1908), marca o início de sua trajetória no gênero. Publicada no Rio de Janeiro, a obra foca no contraste psicológico entre Dr. Félix e a viúva Lívia. Sob influência de Shakespeare, o texto explora como a dúvida e o ciúme corroem a possibilidade de felicidade. Uma leitura essencial para mergulhar na gênese da análise da alma humana, apresentando um herói complexo, incoerente e caprichoso