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#Literatura Brasileira

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Contos

A Dança dos Ossos

Yacob - 19/02/2026

O conto “A dança dos ossos”, de Bernardo Guimarães, apresenta uma narrativa de tom sombrio inspirada nas lendas do interior brasileiro. Ambientada em um cenário rural, a história gira em torno da violação de um túmulo e das consequências misteriosas que se seguem, envolvendo culpa, superstição e medo do sobrenatural. Com atmosfera tensa e descritiva, o autor constrói um enredo que mistura romantismo e elementos fantásticos, explorando o imaginário popular e o terror psicológico diante do desconhecido.

Anedotas

Metafísica das Rosas

Caroline Alves - 19/02/2026

Machado de Assis (1839–1908), fundador da ABL e mestre do Realismo, publicou “Metafísica das rosas” originalmente na Gazeta Literária, no Rio de Janeiro, em 1883. Em tom alegórico e paródia bíblica, o texto reflete sobre criação, vaidade e a condição humana, ao narrar a origem mítica das rosas e do homem, com ironia filosófica e crítica sutil.

Romances

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Caroline Alves - 17/02/2026

Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado originalmente em 1881, no Rio de Janeiro. Marco do Realismo brasileiro, inaugura a fase mais madura do autor ao apresentar um narrador-defunto que revisita, com ironia e ceticismo, sua própria vida e a sociedade do Segundo Reinado, explorando temas como vaidade, poder e hipocrisia.

Notícias

Morre João Adolfo Hansen, referência nos estudos do Barroco

Ronaldo Martins - 16/02/2026

Morreu nesta segunda-feira, 16 de fevereiro, aos 83 anos, João Adolfo Hansen, professor emérito da Universidade de São Paulo (USP) e um dos principais especialistas brasileiros em literatura barroca e cultura letrada colonial. Docente da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), Hansen foi referência nos estudos sobre Gregório de Matos e Padre Antônio Vieira e marcou gerações de pesquisadores.

Leia Mais
Sátiras

Ao mesmo vigário galanteia o poeta fazendo chistes de um mimo, que lhe mandara Brites, uma graciosa comadre sua, entre o qual vinha para o poeta um caju

Ronaldo Martins - 13/02/2026

Gregório de Matos (1636–1696), poeta maior do Barroco brasileiro, celebrizou-se pela sátira mordaz e pelo duplo sentido erótico. Neste poema, contrapõe “flor” e “fruto” para ironizar o vigário e insinuar, com malícia, a posse simbólica do “fruto” enviado por Brites. O texto circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

    Sátiras

    Aos mesmos padres hóspedes entre os quais vinha o padre Perico, que era pequenino

    Ronaldo Martins - 13/02/2026

    Gregório de Matos (1636–1696), expoente do Barroco brasileiro, destacou-se pela sátira irreverente aos vícios sociais e ao clero da colônia. Em “Aos mesmos padres hóspedes…”, ridiculariza religiosos visitantes — entre eles o “padre Perico” — explorando caricatura e humor mordaz. O poema circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

      Sátiras

      Ao vigário da Madre de Deos Manuel Rodrigues queixa o poeta de ter clérigos que lhe foram a casa pela festa do Natal, onde também ele estava e com galantaria o persuade, a que sacuda os hospedes fora de casa pelo gasto, que faziam

      Ronaldo Martins - 13/02/2026

      Gregório de Matos (1636–1696), poeta maior do Barroco luso-brasileiro, tornou-se célebre pela sátira mordaz aos costumes e ao clero colonial. No poema “Ao vigário da Madre de Deos Manuel Rodrigues…”, com humor e ironia, critica os excessos e despesas provocados por clérigos em visita natalina. O texto circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

        Sátiras

        Ao padre Manuel Domingues Loureiro que recusando ir por capelão para angola por ordem de sua ilustríssima, foi ao depois prezo, e maltratado, porque resistiu as ordens do mesmo prelado.

        Ronaldo Martins - 13/02/2026

        Gregório de Matos (1636–1696), maior nome da poesia satírica barroca no Brasil, retratou com ironia os conflitos morais e institucionais da colônia. No poema “Ao padre Manuel Domingues Loureiro…”, critica a recusa do religioso em partir para Angola e as punições sofridas, expondo tensões entre clero e autoridade episcopal. O texto circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

          Sátiras

          Entra agora o poeta a satirizar o dito padre

          Ronaldo Martins - 13/02/2026

          Gregório de Matos (1636–1696), poeta baiano do Barroco, destacou-se pela sátira ferina aos costumes e ao clero colonial. Em “Entra agora o poeta a satirizar o dito padre”, intensifica o tom mordaz contra o padre Manuel Alvares, capelão da Marapé, explorando ironia e crítica moral. O poema circulou manuscrito no século XVII e teve publicação em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

            Sátiras

            Ao padre Manuel Alvares, capelão da Marapé, remoqueando ao poeta uma pedrada que lhe deram de noite estando se provendo

            Ronaldo Martins - 12/02/2026

            Gregório de Matos (1636–1696), poeta baiano do Barroco, célebre pela sátira mordaz, criticou costumes, clero e poder colonial. No poema “Ao padre Manuel Alvares…”, responde com ironia a uma provocação, reafirmando seu tom satírico contra religiosos vindos de Portugal. O texto circulou em manuscritos no século XVII e foi publicado pela primeira vez em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

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