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Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo, explora em Ponto de Vista as ilusões do amor romântico e a distância entre ideal e realidade. Publicado originalmente no livro Histórias da meia-noite (1873), no Rio de Janeiro, o conto é construído em forma epistolar, revelando, com ironia, a transformação dos sentimentos e das percepções de sua protagonista.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, explora em “Primas de Sapucaia!” os desencontros entre desejo e acaso. Narrado com ironia, o conto revela como oportunidades perdidas e idealizações amorosas conduzem à frustração. Publicado originalmente em coletânea, evidencia o olhar crítico do autor sobre ilusões sentimentais e a natureza humana.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, explora em “Pílades e Orestes” a amizade intensa entre dois homens, marcada por dependência, devoção e rivalidade amorosa. Com ironia e aguda análise psicológica, o conto revela ambiguidades do afeto e do interesse, conduzindo a um desfecho trágico que problematiza os limites da lealdade.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do realismo brasileiro, explora neste conto os jogos de interesse, orgulho e afetividade nas relações amorosas. Publicado originalmente em 1872, no Rio de Janeiro, o texto retrata a sociedade urbana oitocentista e suas convenções, convidando o leitor a refletir sobre escolhas amorosas e vaidade.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do realismo, publicou Pai contra mãe em 1906, no livro Relíquias de Casa Velha. O conto aborda a escravidão urbana no Rio de Janeiro, revelando, com ironia e dureza, os conflitos entre miséria, moral e sobrevivência, ao expor a desumanização provocada pela ordem social escravista.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Orai por ele” na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1895. O conto apresenta, com ironia e humor, o julgamento moral de um comendador recém-falecido por dois conhecidos, revelando hipocrisias, vaidades e contradições sociais. A narrativa expõe a relatividade das opiniões e critica a superficialidade dos juízos humanos.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “Onze anos depois” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1875. O conto explora reencontros, memória e traição, ao narrar o conflito entre amizade e desejo amoroso. Com ironia e análise psicológica, o autor revela as ambiguidades morais e a fragilidade dos sentimentos humanos.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo no Brasil, publicou “Onda” no Jornal das Famílias em 1867, no Rio de Janeiro. O conto retrata, com ironia, a volubilidade amorosa e o jogo de aparências nos salões da elite, expondo vaidade, sedução e interesse nas relações afetivas, em uma crítica sutil aos costumes sociais do século XIX.
Machado de Assis (1839–1908), grande nome do Realismo brasileiro, publicou “Os óculos de Pedro Antão” no Jornal das Famílias, em 1874. O conto mistura humor e mistério ao narrar a investigação imaginativa sobre a vida de um homem recluso, ironizando a tendência humana de criar explicações fantasiosas. Ao final, revela-se uma crítica sutil à interpretação precipitada e às ilusões da razão.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo no Brasil, publicou “O melhor remédio” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1863. Em forma de diálogo, o conto retrata conflitos conjugais e vaidades cotidianas, explorando, com ironia, ciúmes, consumismo e aparências sociais, ao revelar as tensões da vida burguesa oitocentista.