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#Literatura Brasileira

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Contos

Ponto de vista

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo, explora em Ponto de Vista as ilusões do amor romântico e a distância entre ideal e realidade. Publicado originalmente no livro Histórias da meia-noite (1873), no Rio de Janeiro, o conto é construído em forma epistolar, revelando, com ironia, a transformação dos sentimentos e das percepções de sua protagonista.

Contos

Primas da Sapucaia

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, explora em “Primas de Sapucaia!” os desencontros entre desejo e acaso. Narrado com ironia, o conto revela como oportunidades perdidas e idealizações amorosas conduzem à frustração. Publicado originalmente em coletânea, evidencia o olhar crítico do autor sobre ilusões sentimentais e a natureza humana.

Contos

Pílades e Orestes

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, explora em “Pílades e Orestes” a amizade intensa entre dois homens, marcada por dependência, devoção e rivalidade amorosa. Com ironia e aguda análise psicológica, o conto revela ambiguidades do afeto e do interesse, conduzindo a um desfecho trágico que problematiza os limites da lealdade.

Anedotas

Qual dos dois

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do realismo brasileiro, explora neste conto os jogos de interesse, orgulho e afetividade nas relações amorosas. Publicado originalmente em 1872, no Rio de Janeiro, o texto retrata a sociedade urbana oitocentista e suas convenções, convidando o leitor a refletir sobre escolhas amorosas e vaidade.

Contos

Pai contra mãe

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), expoente do realismo, publicou Pai contra mãe em 1906, no livro Relíquias de Casa Velha. O conto aborda a escravidão urbana no Rio de Janeiro, revelando, com ironia e dureza, os conflitos entre miséria, moral e sobrevivência, ao expor a desumanização provocada pela ordem social escravista.

Contos

Orai por ele

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Orai por ele” na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1895. O conto apresenta, com ironia e humor, o julgamento moral de um comendador recém-falecido por dois conhecidos, revelando hipocrisias, vaidades e contradições sociais. A narrativa expõe a relatividade das opiniões e critica a superficialidade dos juízos humanos.

Contos

Onze anos depois

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “Onze anos depois” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1875. O conto explora reencontros, memória e traição, ao narrar o conflito entre amizade e desejo amoroso. Com ironia e análise psicológica, o autor revela as ambiguidades morais e a fragilidade dos sentimentos humanos.

Contos

Onda

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo no Brasil, publicou “Onda” no Jornal das Famílias em 1867, no Rio de Janeiro. O conto retrata, com ironia, a volubilidade amorosa e o jogo de aparências nos salões da elite, expondo vaidade, sedução e interesse nas relações afetivas, em uma crítica sutil aos costumes sociais do século XIX.

Contos

Os óculos de Pedro Antão

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), grande nome do Realismo brasileiro, publicou “Os óculos de Pedro Antão” no Jornal das Famílias, em 1874. O conto mistura humor e mistério ao narrar a investigação imaginativa sobre a vida de um homem recluso, ironizando a tendência humana de criar explicações fantasiosas. Ao final, revela-se uma crítica sutil à interpretação precipitada e às ilusões da razão.

Contos

O melhor remédio

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo no Brasil, publicou “O melhor remédio” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1863. Em forma de diálogo, o conto retrata conflitos conjugais e vaidades cotidianas, explorando, com ironia, ciúmes, consumismo e aparências sociais, ao revelar as tensões da vida burguesa oitocentista.

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