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#Literatura Brasileira

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Contos

Onda

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo no Brasil, publicou “Onda” no Jornal das Famílias em 1867, no Rio de Janeiro. O conto retrata, com ironia, a volubilidade amorosa e o jogo de aparências nos salões da elite, expondo vaidade, sedução e interesse nas relações afetivas, em uma crítica sutil aos costumes sociais do século XIX.

Contos

Os óculos de Pedro Antão

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), grande nome do Realismo brasileiro, publicou “Os óculos de Pedro Antão” no Jornal das Famílias, em 1874. O conto mistura humor e mistério ao narrar a investigação imaginativa sobre a vida de um homem recluso, ironizando a tendência humana de criar explicações fantasiosas. Ao final, revela-se uma crítica sutil à interpretação precipitada e às ilusões da razão.

Contos

O melhor remédio

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo no Brasil, publicou “O melhor remédio” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1863. Em forma de diálogo, o conto retrata conflitos conjugais e vaidades cotidianas, explorando, com ironia, ciúmes, consumismo e aparências sociais, ao revelar as tensões da vida burguesa oitocentista.

Contos

Papéis velhos

Caroline Alves - 15/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “Papéis velhos” na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1884. O conto acompanha o deputado Brotero, que, entre ambições políticas frustradas e recordações amorosas, revisita cartas antigas, refletindo sobre memória, vaidade e a fugacidade das paixões, em narrativa marcada por ironia e análise psicológica.

Contos

O último dia de um poeta - Machado de Assis

Caroline Alves - 14/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O Último dia de um poeta” no Jornal das Famílias em 1867. O conto aborda a morte, a desilusão amorosa e o conflito entre ideal e realidade, acompanhando as reflexões de um jovem poeta enfermo. Entre memória, dor e redenção, o texto convida à reflexão sobre amor, ilusão e amadurecimento.

Contos

O sainete

Caroline Alves - 14/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O sainete” no Jornal das Famílias, em 1863. O conto explora, com fina ironia, os jogos de vaidade e interesse no amor, mostrando como o desejo pode nascer da rivalidade. Ambientada no Rio de Janeiro oitocentista, a narrativa revela, com humor crítico, as convenções sociais e a volubilidade dos sentimentos.

Contos

O que são as moças

Caroline Alves - 14/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), fundador do Realismo brasileiro, publicou “O que são as moças” no Jornal das Famílias, em 1866. O conto retrata, com ironia, a amizade entre duas jovens e suas relações com o amor, revelando rivalidade velada, vaidade e conveniências sociais. A narrativa expõe, de modo crítico, as contradições entre ideal de amizade feminina e interesses pessoais.

Contos

O programa

Caroline Alves - 14/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O Programa” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1872. O conto acompanha a trajetória de Romualdo, cuja vida é guiada por ambiciosos planos que fracassam diante da realidade. Com ironia, o autor critica a ilusão do controle absoluto do destino e expõe as contradições entre ideal e experiência.

Contos

O machete

Caroline Alves - 14/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O machete” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1878. A narrativa acompanha o músico Inácio Ramos, cujo ideal artístico entra em conflito com o gosto popular e a vida conjugal. Com ironia, o autor reflete sobre arte, vaidade e frustração, revelando a fragilidade das aspirações humanas.

Contos

O caso do Romualdo

Caroline Alves - 13/04/2026

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O caso do Romualdo” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1874. O conto explora, com ironia, as relações entre ambição política, interesses sociais e afetivos, acompanhando um triângulo de interesses que envolve casamento, poder e conveniência, revelando a crítica machadiana às motivações humanas.

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