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Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo no Brasil, publicou “Onda” no Jornal das Famílias em 1867, no Rio de Janeiro. O conto retrata, com ironia, a volubilidade amorosa e o jogo de aparências nos salões da elite, expondo vaidade, sedução e interesse nas relações afetivas, em uma crítica sutil aos costumes sociais do século XIX.
Machado de Assis (1839–1908), grande nome do Realismo brasileiro, publicou “Os óculos de Pedro Antão” no Jornal das Famílias, em 1874. O conto mistura humor e mistério ao narrar a investigação imaginativa sobre a vida de um homem recluso, ironizando a tendência humana de criar explicações fantasiosas. Ao final, revela-se uma crítica sutil à interpretação precipitada e às ilusões da razão.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo no Brasil, publicou “O melhor remédio” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1863. Em forma de diálogo, o conto retrata conflitos conjugais e vaidades cotidianas, explorando, com ironia, ciúmes, consumismo e aparências sociais, ao revelar as tensões da vida burguesa oitocentista.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “Papéis velhos” na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1884. O conto acompanha o deputado Brotero, que, entre ambições políticas frustradas e recordações amorosas, revisita cartas antigas, refletindo sobre memória, vaidade e a fugacidade das paixões, em narrativa marcada por ironia e análise psicológica.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O Último dia de um poeta” no Jornal das Famílias em 1867. O conto aborda a morte, a desilusão amorosa e o conflito entre ideal e realidade, acompanhando as reflexões de um jovem poeta enfermo. Entre memória, dor e redenção, o texto convida à reflexão sobre amor, ilusão e amadurecimento.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O sainete” no Jornal das Famílias, em 1863. O conto explora, com fina ironia, os jogos de vaidade e interesse no amor, mostrando como o desejo pode nascer da rivalidade. Ambientada no Rio de Janeiro oitocentista, a narrativa revela, com humor crítico, as convenções sociais e a volubilidade dos sentimentos.
Machado de Assis (1839–1908), fundador do Realismo brasileiro, publicou “O que são as moças” no Jornal das Famílias, em 1866. O conto retrata, com ironia, a amizade entre duas jovens e suas relações com o amor, revelando rivalidade velada, vaidade e conveniências sociais. A narrativa expõe, de modo crítico, as contradições entre ideal de amizade feminina e interesses pessoais.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O Programa” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1872. O conto acompanha a trajetória de Romualdo, cuja vida é guiada por ambiciosos planos que fracassam diante da realidade. Com ironia, o autor critica a ilusão do controle absoluto do destino e expõe as contradições entre ideal e experiência.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O machete” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1878. A narrativa acompanha o músico Inácio Ramos, cujo ideal artístico entra em conflito com o gosto popular e a vida conjugal. Com ironia, o autor reflete sobre arte, vaidade e frustração, revelando a fragilidade das aspirações humanas.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O caso do Romualdo” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1874. O conto explora, com ironia, as relações entre ambição política, interesses sociais e afetivos, acompanhando um triângulo de interesses que envolve casamento, poder e conveniência, revelando a crítica machadiana às motivações humanas.