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Ao Correr da Pena reúne textos breves em que José de Alencar comenta o cotidiano do século XIX com olhar atento e tom leve. A obra mistura crônica, reflexão e crítica social, abordando costumes, comportamentos e cenas da vida urbana. Escritos de forma espontânea, os textos revelam o estilo elegante do autor e sua habilidade em transformar observações simples em retratos vivos da sociedade de seu tempo.
Em A Pata da Gazela, José de Alencar constrói uma narrativa centrada no amor romântico e nas idealizações que cercam os sentimentos. A trama gira em torno de um jovem apaixonado que projeta seus desejos em uma figura feminina envolta em mistério, enquanto os costumes e aparências da sociedade influenciam seus conflitos. O texto combina sensibilidade e observação social, convidando o leitor a refletir sobre ilusões amorosas.
Publicado em 1857, A Viuvinha é um romance que acompanha a história de Carolina, jovem recém-casada que se vê marcada pela suposta morte do marido pouco tempo após o casamento. A narrativa explora sentimentos como amor, honra e sacrifício, revelando os conflitos morais e sociais da época. Com tom sensível e romântico, a obra discute as aparências, a fidelidade e as escolhas que moldam o destino dos personagens.
A Alma do Lázaro, de José de Alencar, é um texto de caráter reflexivo que aborda temas como sofrimento, culpa e redenção a partir de uma perspectiva moral e humana. A obra acompanha o drama interior de um personagem marcado pela dor e pelo arrependimento, explorando conflitos da consciência e questões espirituais, convidando o leitor a refletir sobre limites, fé e transformação interior.
Remissão de Pecados é uma peça teatral em cinco atos de Joaquim Manuel de Macedo que explora paixões intensas, culpas e reconciliações por meio de diálogos e cenas dramáticas. A trama acompanha Adriano, um homem que perde a fortuna no jogo e se vê dividido entre obsessões e responsabilidades, enquanto o perdão e a redenção moldam a resolução dos conflitos entre as personagens.
Romance de uma Velha é uma comédia teatral em cinco atos que aborda, com humor e ironia, conflitos amorosos, interesses materiais e convenções sociais do século XIX. A trama desenvolve-se por meio de diálogos ágeis e situações cênicas marcadas por rivalidades e desencontros afetivos, revelando críticas aos costumes e às aparências que orientam as relações humanas.
As Mulheres de Mantilha apresenta um retrato crítico da sociedade urbana do século XIX, destacando costumes, relações sociais e as limitações impostas às mulheres. Por meio de intrigas amorosas, disfarces e jogos de aparência, a narrativa constrói um tom irônico e envolvente, revelando contradições morais e a hipocrisia presente no convívio social, ao mesmo tempo em que entretém e provoca reflexão.
As Vítimas-Algozes apresenta uma crítica contundente à sociedade escravocrata brasileira do século XIX, expondo as contradições morais do sistema da escravidão. A narrativa constrói personagens marcados pela violência e pela opressão, mostrando como a desumanização atinge tanto os escravizados quanto seus senhores, transformando vítimas em algozes e revelando um quadro social profundamente corrompido.
Luxo e Vaidade apresenta uma crítica aos excessos da sociedade urbana do século XIX, explorando a busca pelo prestígio social, pelas aparências e pelo status. A narrativa revela como o desejo de ascensão e ostentação influencia comportamentos e relações pessoais, expondo conflitos morais e afetivos. Com tom irônico, a obra questiona valores sociais e a superficialidade das convenções da época.
Antonica da Silva, de Joaquim Manuel de Macedo, é uma obra de caráter teatral — uma burleta em quatro atos — que convida o leitor a acompanhar uma trama cheia de humor, disfarces e tensões morais. Ambientada no Rio de Janeiro do período colonial, a peça gira em torno de Benjamim, um jovem forçado a se passar por mulher para escapar da perseguição do poder, provocando equívocos amorosos, ciúmes e situações cômicas. Entre críticas sociais e jogos de aparência, a obra prende pela vivacidade das cenas e pelo dinamismo típico do teatro.