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#Ensaios#Literatura Brasileira

Os Sertões

Por Euclides da Cunha (1902)

"Os Sertões" é a obra mais conhecida de Euclides da Cunha e retrata a Guerra de Canudos, conflito ocorrido no interior da Bahia no final do século XIX. Combinando história, jornalismo, sociologia e literatura, o autor analisa a paisagem do sertão, o perfil de seus habitantes e os acontecimentos que levaram ao confronto entre os seguidores de Antônio Conselheiro e o Exército brasileiro, oferecendo uma reflexão profunda sobre o Brasil de sua época.

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#Contos#Literatura Brasileira

Um homem célebre

Por Machado de Assis (1888)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, explora em “Um Homem Célebre” o conflito entre vocação e ambição artística. Publicado originalmente no jornal Gazeta de Notícias, em 29 de junho de 1888, o conto narra o drama do compositor Pestana, célebre por suas polcas populares, mas frustrado por não conseguir criar a obra erudita que sonha legar à posteridade. Com fina ironia e análise psicológica, Machado reflete sobre talento, reconhecimento e realização pessoal.

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#Anedotas#Literatura Brasileira

Um almoço

Por Machado de Assis (1877)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “Um Almoço” originalmente no Jornal das Famílias, periódico do Rio de Janeiro, em 1877. O conto narra a história de Germano Seixas, homem levado ao desespero pela fome e salvo por um antigo conhecido. Com fina ironia, Machado investiga temas como gratidão, interesse, vaidade e as ambiguidades das relações humanas, revelando desde cedo sua notável capacidade de análise psicológica.

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#Contos#Literatura Brasileira

Um ambicioso

Por Machado de Assis (1877)

Machado de Assis, principal nome da literatura brasileira, publicou o conto Um Ambicioso no Jornal das Famílias (Rio de Janeiro), em 1877. A narrativa satiriza a vaidade política e a obsessão pelo prestígio social por meio da trajetória de José Cândido, aspirante a eleitor. Com fina ironia, o autor expõe as ilusões da ambição humana e os mecanismos do clientelismo eleitoral no Brasil oitocentista.

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#Contos#Literatura Brasileira

Um cão de lata ao rabo

Por Machado de Assis (1878)

Machado de Assis, maior nome do Realismo brasileiro, publicou “Um Cão de Lata ao Rabo” em 2 de abril de 1878, no periódico O Cruzeiro, no Rio de Janeiro. Neste conto humorístico e metalinguístico, satiriza os excessos de estilo, a erudição vazia e os modismos literários de sua época, por meio de um concurso escolar de redação. A narrativa revela o olhar crítico e irônico característico do autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

Um dia de entrudo

Por Machado de Assis (1874)

Machado de Assis, principal nome da literatura brasileira, publicou “Um Dia de Entrudo” no Jornal das Famílias (Rio de Janeiro), entre junho e agosto de 1874. O conto retrata, com humor e ironia, os costumes do antigo entrudo — antecessor do carnaval —, expondo travessuras, namoros e relações familiares na sociedade carioca do século XIX. É uma narrativa leve e satírica da primeira fase machadiana.

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#Contos#Literatura Brasileira

Por Machado de Assis (1982)

Publicado em Papéis avulsos (1882), “Só!” é conto de Machado de Assis (1839–1908) que explora a solidão e os limites da introspecção. A narrativa acompanha Bonifácio, que busca isolamento voluntário, mas confronta o vazio e a inquietação da própria mente, revelando com ironia a dependência humana da convivência social.

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#Contos#Literatura Brasileira

Um erradio

Por Machado de Assis (1896)

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do realismo brasileiro, explora em “Um erradio” a figura de um homem brilhante, instável e incapaz de fixar-se. O conto reflete sobre genialidade, inconstância e os limites entre talento e realização, por meio da memória de um narrador que revive a fascinante personalidade de Elisiário.

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#Contos#Literatura Brasileira

Terpsícore

Por Machado de Assis (1886)

Publicado em 1886 na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, “Terpsícore”, de Machado de Assis (1839–1908), retrata com ironia a vida de um casal humilde seduzido pelo luxo efêmero. O conto explora vaidade, ilusão e instabilidade financeira, revelando o contraste entre sonho e realidade na sociedade urbana do século XIX.

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