Por Gregório de Matos (1696)
Este conjunto de textos, atribuído a Gregório de Matos (século XVII, Brasil Colônia), integra sua lírica satírica. Produzidos na Bahia, os poemas satirizam Mariana, apelidada de "Rola", criticando sua ascensão social através de relações de interesse, especialmente com o mercador inglês Thomaz Patrício. O autor expõe o ambiente de hipocrisia, futilidade e ambição da elite baiana, utilizando o deboche para desmascarar falsas fidalguias e escândalos morais da época.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Estes poemas compõem a lírica satírica de Gregório de Matos, produzida na Bahia do século XVII. O autor, conhecido pelo estilo mordaz, volta sua pena contra "letrados", advogados e figuras públicas de Salvador. As composições, marcadas pelo uso de ironia, paródia e linguagem coloquial, expõem as pretensões sociais, a corrupção e os costumes de uma elite colonial que o poeta considerava intelectualmente medíocre e moralmente questionável, frequentemente ridicularizando seus rivais e desafetos.
Leia maisPor Gregório de Matos (1696)
Este texto, atribuído a Gregório de Matos (século XVII, Brasil Colônia), integra sua lírica satírica. Produzido na Bahia, o autor usa o deboche para narrar conflitos amorosos, envolvendo as figuras de Maria João, sua mãe Izabel e Mariquita. Com linguagem mordaz e erótica, Gregório expõe a vida boêmia e as tensões sociais da sociedade baiana da época, utilizando a poesia como veículo de crítica aos costumes, à hipocrisia das relações amorosas e à moral vigente.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1655)
O “Sermão da Terceira Dominga da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado na Capela Real de Lisboa, em 1655, durante a Quaresma. Dirigido a um público ligado à corte, o sermão busca refletir sobre a responsabilidade dos ministros e governantes. Vieira critica a corrupção, as injustiças e a demora nas decisões, defendendo uma atuação responsável, justa e comprometida com o bem público.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1674)
O “Sermão do Santíssimo Sacramento”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1662, na Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, e dirigido especialmente à nobreza portuguesa. Em um contexto de conflitos e desunião social, Vieira utiliza a Eucaristia para defender a importância da união entre os homens. O sermão relaciona a comunhão com Cristo à necessidade de concórdia e união na sociedade portuguesa.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1669)
O “Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado na Capela Real, em Lisboa, durante a Quaresma, sendo tradicionalmente datado de 1669. No contexto da corte portuguesa, Vieira reflete sobre o poder e o governo, criticando decisões injustas e a escolha inadequada de pessoas para cargos. Defende que os governantes devem agir com justiça, prudência e respeito ao mérito.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1669)
O “Sermão de Santo Inácio”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1669, no Real Colégio de Santo Antão, em Lisboa, durante a celebração de Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus. Vieira apresenta a trajetória e as virtudes do santo, destacando sua conversão, fé, obediência e dedicação a Deus, com o objetivo de oferecer seu exemplo aos fiéis.
Leia maisPor Gregório de Matos (1969)
Estes textos compõem a lírica satírica de Gregório de Matos, produzida na Bahia seiscentista (século XVII). O autor retrata, com ironia e erotismo, seus desencontros amorosos e as tensões sociais envolvendo "Betica", uma meretriz da época. Os versos expõem a boemia, o jogo de interesses financeiros e a vida cotidiana soteropolitana, marcada por invejas e rivalidades amorosas.
Leia maisPor Padre Antônio Vieira (1672)
O “Sermão de Quarta-feira de Cinza”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1672, na Igreja de Santo Antônio dos Portugueses, em Roma, durante o início da Quaresma. O sermão busca levar os fiéis à reflexão sobre a condição mortal do ser humano e sobre a vida após a morte. Vieira destaca que o homem é pó e retornará ao pó, defendendo a necessidade de viver de forma consciente e voltada para a salvação.
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