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#Contos#Literatura Brasileira

Ex Cathedra

Por Machado de Assis (1884)

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, explora em “Ex cathedra” a ironia entre razão, ciência e sentimentos humanos. O conto satiriza o excesso de racionalismo ao narrar a tentativa de ensinar o amor por métodos científicos, revelando o contraste entre teoria e experiência. Publicado no Rio de Janeiro, o texto convida à reflexão sobre educação, afeto e limites da lógica.

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#Contos#Literatura Brasileira

Felicidade pelo casamento

Por Machado de Assis (1866)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, aborda em “Felicidade pelo casamento” a formação do amor conjugal como caminho de realização afetiva e moral. O texto acompanha a passagem da introspecção solitária à plenitude do matrimônio, refletindo valores sentimentais do século XIX. O conto foi publicado no Rio de Janeiro, em 1866, no Jornal das Famílias, periódico voltado à literatura e costumes.

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#Romances#Literatura Brasileira

Dom Casmurro

Por Machado de Assis (1899)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou Dom Casmurro, romance centrado na memória, no ciúme e na instabilidade da verdade. Narrado por Bentinho, o texto convida o leitor a reconstruir, com suspeita crítica, a história de Capitu. Obra-prima da prosa machadiana, combina ironia, introspecção psicológica e ambiguidade narrativa.

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#Contos#Literatura Brasileira

Diana

Por Machado de Assis (1866)

Machado de Assis (1839–1908) publicou o conto “Diana” no Jornal das Famílias, em 1866, no Rio de Janeiro. A narrativa, construída em grande parte por cartas, explora a oposição entre aparência e essência, o autoengano amoroso e a ironia moral. Com humor crítico, o texto antecipa temas centrais da obra machadiana, convidando o leitor a desconfiar das ilusões.

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#Contos#Literatura Brasileira

Duas Juízas

Por Machado de Assis (1871)

Machado de Assis (1839–1908), principal escritor do Realismo brasileiro, é autor do conto Duas juízas, sátira moral sobre vaidade, rivalidade feminina e falsa devoção religiosa. Com ironia fina, o narrador revela como interesses mundanos se escondem sob práticas piedosas, expondo contradições sociais do Segundo Reinado. O texto exemplifica o humor crítico e a observação psicológica característicos do autor.

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#Contos#Literatura Brasileira

Dívida Extinta

Por Machado de Assis (1878)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome da prosa brasileira do século XIX, publicou Dívida extinta como conto de crítica moral e social. A narrativa aborda rivalidade, vaidade, herança e reconciliação interessada, expondo a fragilidade dos sentimentos humanos diante do dinheiro. Com ironia e observação psicológica, o autor desmonta ilusões românticas e valores burgueses.

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#Contos#Literatura Brasileira

Elogio da vaidade

Por Machado de Assis (1978)

Machado de Assis (1839–1908) publicou Elogio da vaidade em 1878, texto satírico em que personifica a Vaidade para questionar valores morais consagrados. Com ironia e erudição, o autor discute a vaidade como força social, psicológica e histórica, desmontando a oposição simplista entre vício e virtude e convidando o leitor a refletir sobre aparência, ego e sociabilidade.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Potira

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908) constrói um poema narrativo de tema indígena, centrado no conflito entre cultura nativa e colonização. A obra valoriza a dignidade trágica da personagem feminina e revela o interesse do autor pelo indianismo crítico, afastado da idealização romântica.

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#Poemas em verso#Literatura Brasileira

Niani

Por Machado de Assis (1875)

Machado de Assis (1839–1908) compõe, em Niâni (ou Niani), um poema de inspiração indígena que explora o amor, o conflito e a idealização do mundo nativo. Integrante do livro Americanas, a obra dialoga com o indianismo do século XIX, reelaborado com contenção lírica e atenção psicológica, marcas do estilo machadiano.

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