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Obras de Gregório de Matos


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35 resultado(s) encontrado(s).

A certo Provincial de certa religião que pregou o Mandato em termos tão ridículos que mais serviu de motivo de riso do que de compaixão (1696)
A chegada do ilustríssimo senhor D. João Franco de Oliveira tendo sido já Bispo em Angola (1696)
A frota em que veio o palliolo deste grande prelado (1696)
A magnificência com que os moradores daquela vila receberam o dito senhor com vários artifícios de fogo por mar e terra concorrendo para a despesa o vigário (1696)
A morte do mesmo senhor sucedida de uma febre maligna em Belém andando em visita (1696)
A morte violenta que Luiz Ferreira de Noronha, capitão da guarda do governador Antônio Luiz, deu a José de Mello, sobrinho deste prelado (1696)
A nossa Sé da Bahia (1696)
A outro clérigo amigo do Frizão, que se dizia estar amancebado de portas adentro com duas mulheres, uma negra e outra mulata (1696)
A outro vigário de certa freguesia, contra quem se amotinavam os fregueses por ser muito ambicioso (1696)
Ao cura da Sé que era naquele tempo, introduzida ali por dinheiro, e com presunções de namorado; satiriza o poeta como criatura do prelado (1696)
Ao ilustríssimo D. Fr. João da Madre de Deus mudando-se para o seu novo palácio, que comprou (1696)
Ao ilustríssimo senhor D. Fr. Manuel da Ressurreição (1696)
Ao mesmo clérigo apelidando de asno ao poeta (1696)
Ao mesmo com presunções de sábio e engenhoso (1696)
Ao mesmo ilustríssimo senhor chegando de visita à vila de S. Francisco, onde o esperavam muitos clérigos para tomarem ordens (1696)
Ao mesmo vigário galanteia o poeta fazendo chistes de um mimo, que lhe mandara Brites, uma graciosa comadre sua, entre o qual vinha para o poeta um caju (1850)
Ao padre Damaso da Silva, parente do poeta, e seu oposto, homem desbocado e presunçoso, com grandes impulsos de ser vigário, sendo por algum tempo em Nossa Senhora do Loreto (1696)
Ao padre Manuel Alvares, capelão da Marapé, remoqueando ao poeta uma pedrada que lhe deram de noite estando se provendo (1850)
Ao padre Manuel Domingues Loureiro que recusando ir por capelão para angola por ordem de sua ilustríssima, foi ao depois prezo, e maltratado, porque resistiu as ordens do mesmo prelado. (1850)
Ao retiro que fez este ilustríssimo prelado, sentidíssimo e magoado pela tirana e violenta morte que o capitão da guarda Luiz Ferreira de Noronha deu a seu sobrinho (1696)
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