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O “Sermão das Lágrimas de São Pedro”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1669, durante a Semana Santa, na Catedral de Lisboa. Partindo da passagem bíblica em que Pedro nega Cristo três vezes e depois se arrepende, Vieira utiliza o episódio para refletir sobre o pecado, o arrependimento e a conversão. O sermão destaca as lágrimas como símbolo do reconhecimento dos próprios erros e da busca pelo perdão divino.
O “Sermão do Mandato”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1655, na Misericórdia de Lisboa, durante a celebração da Quinta-feira Santa. Nesse contexto religioso, Vieira reflete sobre o amor de Cristo e sua entrega aos homens. O sermão compara o amor de Cristo no momento da Encarnação e no momento de sua partida, destacando a grandeza e a perfeição do amor divino.
O “Sermão no Sábado Quarto da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em Lisboa, em 1652, durante a Quaresma, com o objetivo de orientar os fiéis sobre os perigos da tentação. Vieira argumenta que os homens podem ser tentadores mais perigosos que o demônio. Por meio de exemplos bíblicos e argumentos religiosos, o sermão ensina como resistir às tentações e buscar a conversão.
O “Sermão da Quinta-Feira da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado na Misericórdia de Lisboa, em 1669, durante o período da Quaresma. Partindo do episódio bíblico da cura de um cego por Cristo, Vieira critica aqueles que, mesmo tendo visão, permanecem “cegos” pela inveja e pela perfídia. O sermão busca ensinar que reconhecer a verdade e a fé exige abertura espiritual e moral.
O “Sermão de Nossa Senhora de Penha de França”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1652, na Igreja e Convento de Santo Agostinho, em Lisboa, durante o tríduo da festa de Nossa Senhora, com o Santíssimo Sacramento exposto. Vieira exalta os milagres atribuídos à santa e destaca a permanência de sua devoção, refletindo sobre a memória, a fé e o poder dos milagres.
O “Sermão da Terceira Dominga da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado na Capela Real de Lisboa, em 1655, durante a Quaresma. Dirigido a um público ligado à corte, o sermão busca refletir sobre a responsabilidade dos ministros e governantes. Vieira critica a corrupção, as injustiças e a demora nas decisões, defendendo uma atuação responsável, justa e comprometida com o bem público.
O “Sermão do Santíssimo Sacramento”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1662, na Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, e dirigido especialmente à nobreza portuguesa. Em um contexto de conflitos e desunião social, Vieira utiliza a Eucaristia para defender a importância da união entre os homens. O sermão relaciona a comunhão com Cristo à necessidade de concórdia e união na sociedade portuguesa.
O “Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado na Capela Real, em Lisboa, durante a Quaresma, sendo tradicionalmente datado de 1669. No contexto da corte portuguesa, Vieira reflete sobre o poder e o governo, criticando decisões injustas e a escolha inadequada de pessoas para cargos. Defende que os governantes devem agir com justiça, prudência e respeito ao mérito.
O “Sermão de Santo Inácio”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1669, no Real Colégio de Santo Antão, em Lisboa, durante a celebração de Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus. Vieira apresenta a trajetória e as virtudes do santo, destacando sua conversão, fé, obediência e dedicação a Deus, com o objetivo de oferecer seu exemplo aos fiéis.
O “Sermão de Quarta-feira de Cinza”, de Padre Antônio Vieira, foi pregado em 1672, na Igreja de Santo Antônio dos Portugueses, em Roma, durante o início da Quaresma. O sermão busca levar os fiéis à reflexão sobre a condição mortal do ser humano e sobre a vida após a morte. Vieira destaca que o homem é pó e retornará ao pó, defendendo a necessidade de viver de forma consciente e voltada para a salvação.