Por Machado de Assis (1994)
Quis pedir à tia que lhe pusesse a flor no caixão, sobre o seu cadáver; mas era romântico demais. A negrinha chegara à porta:
— Nhanhã, o almoço está na mesa!
ASSIS, Machado de. Flor anônima. In: ASSIS, Machado de. Obra completa. v. 2. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.