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Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O empréstimo” originalmente na coletânea Papéis Avulsos, lançada no Rio de Janeiro em 1882. O conto retrata, com ironia e fina análise psicológica, a súplica interesseira de Custódio a um tabelião, expondo vaidade, oportunismo e ilusões sociais.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O dicionário” originalmente no livro Papéis Avulsos, lançado no Rio de Janeiro em 1882. Em tom alegórico e satírico, o conto critica o autoritarismo e a manipulação da linguagem, narrando as arbitrariedades do rei Bernardão para impor poder e conquistar Estrelada.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O diplomático” originalmente no livro Histórias sem data, lançado no Rio de Janeiro em 1884. O conto retrata, com ironia fina, as ilusões sociais e amorosas de Rangel, homem vaidoso e indeciso, desmascarando fantasias de grandeza e fracasso sentimental.
Memorial de Aires é o último romance de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente em 1908, no Rio de Janeiro. Em forma de diário, acompanha o conselheiro Aires em suas reflexões sobre amor, velhice, memória e a sociedade carioca às vésperas da Abolição, revelando a ironia e o refinamento psicológico do autor.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em Miloca o orgulho, a ambição social e as ilusões amorosas. Publicado originalmente no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1870, o conto retrata a ascensão e queda de uma jovem movida pelo desejo de distinção, revelando, com ironia, as contradições do coração e da sociedade.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “Miss Dollar” originalmente no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1870. Com humor e ironia, o conto narra o amor do Dr. Mendonça por uma viúva desconfiada, tendo como ponto de partida o anúncio da cadelinha Miss Dollar. A trama satiriza o romantismo e expõe vaidade, interesse e ilusões afetivas.
O conto “A dança dos ossos”, de Bernardo Guimarães, apresenta uma narrativa de tom sombrio inspirada nas lendas do interior brasileiro. Ambientada em um cenário rural, a história gira em torno da violação de um túmulo e das consequências misteriosas que se seguem, envolvendo culpa, superstição e medo do sobrenatural. Com atmosfera tensa e descritiva, o autor constrói um enredo que mistura romantismo e elementos fantásticos, explorando o imaginário popular e o terror psicológico diante do desconhecido.
Machado de Assis (1839–1908), fundador da ABL e mestre do Realismo, publicou “Metafísica das rosas” originalmente na Gazeta Literária, no Rio de Janeiro, em 1883. Em tom alegórico e paródia bíblica, o texto reflete sobre criação, vaidade e a condição humana, ao narrar a origem mítica das rosas e do homem, com ironia filosófica e crítica sutil.
Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado originalmente em 1881, no Rio de Janeiro. Marco do Realismo brasileiro, inaugura a fase mais madura do autor ao apresentar um narrador-defunto que revisita, com ironia e ceticismo, sua própria vida e a sociedade do Segundo Reinado, explorando temas como vaidade, poder e hipocrisia.
Morreu nesta segunda-feira, 16 de fevereiro, aos 83 anos, João Adolfo Hansen, professor emérito da Universidade de São Paulo (USP) e um dos principais especialistas brasileiros em literatura barroca e cultura letrada colonial. Docente da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), Hansen foi referência nos estudos sobre Gregório de Matos e Padre Antônio Vieira e marcou gerações de pesquisadores.