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#Literatura Brasileira

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Sátiras

A Fr. Tomas d'Apresentação pregando em termos lacônicos a primeira dominga da Quaresma

Ronaldo Martins - 05/08/2026

Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, dedicado a frei Tomás da Apresentação após um sermão proferido no primeiro domingo da Quaresma. O autor elogia a capacidade do pregador de condensar, com clareza e eloquência, em poucas palavras o conteúdo de longas pregações. O soneto compara o frade a figuras como São Francisco e Cristo, exaltando sua eficácia oratória e sua virtude religiosa.

    Sátiras

    Um amigo deste religioso pediu ao poeta suas aprovações sobre a mesma predica, a peditório do mesmo pregador neste

    Ronaldo Martins - 05/08/2026

    Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto a pedido de um amigo de frei Tomás da Apresentação para elogiar um de seus sermões. Desenvolvido em glosa sobre um mote, o texto sustenta que apenas o próprio pregador seria capaz de avaliar plenamente sua eloquência. Com referências à retórica, à filosofia e à pintura, o autor justifica sua dificuldade em louvar uma pregação considerada superior aos elogios que poderia fazer.

      Sátiras

      O mesmo amigo pediu ao poeta em outra ocasião lhe glosasse este mote, cuja matéria foi haver triunfado o dito Fr. Tomas de certa oposição capitular

      Ronaldo Martins - 05/08/2026

      Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto para celebrar a vitória de frei Tomás da Apresentação em uma oposição capitular, disputa interna por cargo ou dignidade na ordem religiosa. Em glosa de um mote, o autor compara o frade ao Sol e seus adversários às nuvens que tentam obscurecê-lo, exaltando o triunfo do religioso e apresentando o fracasso da oposição como consequência inevitável de sua pretensão.

        Crônicas

        Goivos e Camélias

        Caroline Alves - 26/07/2026

        Esta é uma crônica de Machado de Assis publicada originalmente em 1869, sob o pseudônimo de "Luís Tinoco", no Jornal das Famílias. O texto satiriza com ironia refinada o diletantismo e a vaidade de jovens aspirantes a escritores e políticos. Através da trajetória do medíocre Luís Tinoco, Machado constrói uma crítica ácida ao deslumbramento e à falta de substância daqueles que, movidos pela autocomplacência, buscam na literatura e na política uma glória que o talento não sustenta.

        Contos

        Terpsícore

        Caroline Alves - 26/07/2026

        Este conto de Machado de Assis, publicado originalmente na Gazeta de Notícias em 1886, explora com ironia e sensibilidade os sonhos e as contradições da vida urbana no Rio de Janeiro. A narrativa acompanha o casal Porfírio e Glória, cuja rotina de dificuldades financeiras é subitamente alterada por um prêmio de loteria. Machado disseca a psicologia do pequeno burguês, o desejo de ascensão social e o efêmero prazer do consumo como válvula de escape para uma existência marcada pelo trabalho.

        Contos

        Rui de Leão

        Caroline Alves - 25/07/2026

        Este conto de Machado de Assis (1839–1908) narra a trajetória de um fidalgo português que, no Brasil do século XVII, torna-se imortal após receber uma poção indígena. A obra é um precursor da ficção científica brasileira, utilizando o fantástico para refletir sobre a condição humana, o tempo e a melancolia da existência eterna. Machado mais tarde retomaria o tema no conto "O Imortal" (1882), oferecendo uma nova perspectiva sobre a mesma história.

        Contos

        Tempo de crise

        Caroline Alves - 25/07/2026

        Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente em abril de 1873 no Jornal das Famílias, oferece um retrato irônico e perspicaz da vida política carioca no século XIX. Através do olhar de um provinciano, a narrativa transforma a Rua do Ouvidor — o coração intelectual e social do Rio — em um palco onde boatos, ambições e o diletantismo dos frequentadores se misturam na formação de um novo ministério, satirizando a volubilidade e o teatro da política brasileira da época.

        Contos

        História de uma fita azul

        Caroline Alves - 25/07/2026

        Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente entre dezembro de 1875 e fevereiro de 1876 no Jornal das Famílias, narra as peripécias de Gustavo, um jovem bacharel que, ao perder um singelo mimo — uma fita azul bordada por sua noiva Marianinha —, desencadeia uma busca frenética e cômica que beira o absurdo. Com fina ironia, Machado disseca a vaidade masculina, os jogos de sedução do Segundo Reinado e a importância desproporcional atribuída a detalhes triviais em relacionamentos.

        Contos

        Sem olhos

        Caroline Alves - 25/07/2026

        Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado no Jornal das Famílias em 1876, é uma narrativa sombria que explora a loucura, a culpa e a vingança. O enredo, estruturado em uma moldura de tertúlia social, mergulha no relato perturbador de Damasceno Rodrigues, um homem assombrado por um passado traumático no interior da Bahia. Machado exercita seu domínio da ambiguidade psicológica, desafiando o leitor a distinguir entre a alucinação e a realidade terrível. Um convite irrecusável à angústia machadiana.

        Contos

        Um para o outro

        Caroline Alves - 25/07/2026

        Este conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente no periódico A Estação em 1879, narra a trajetória de Julião e Henriqueta, dois irmãos que, após a morte do pai, vivem sob a premissa de "viver um para o outro". A harmonia desse vínculo é sutilmente tensionada pela entrada de novos personagens, como o Dr. Pimentel e a vivaz Fernandinha. Com sua fina ironia e análise psicológica, Machado disseca a complexidade dos laços afetivos e as ilusões do coração. Um convite irrecusável à leitura!

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