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Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou o conto “O contrato” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1866. A narrativa acompanha duas amigas que firmam um pacto de casamento simultâneo, explorando com ironia temas como amizade, expectativas amorosas e frustrações. O desfecho revela a fragilidade dos compromissos idealizados diante da realidade e dos interesses individuais.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou o conto “O Destinado” no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1869. A narrativa acompanha a indecisão amorosa de Delfina entre dois pretendentes, explorando com ironia e sutileza psicológica temas como escolha, ilusão e destino, até revelar um desfecho inesperado que relativiza os ideais românticos.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “O escrivão Coimbra” no Almanaque Brasileiro Garnier, no Rio de Janeiro, em 1906. O conto retrata a obsessão de um escrivão pela loteria, explorando fé, acaso e ilusão. Com ironia e análise psicológica, o autor critica a persistência humana diante da esperança e revela as contradições entre descrença e superstição.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou o conto “O imortal” originalmente em 1882, no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. A narrativa, marcada por ironia e fantástico, discute a imortalidade como maldição, acompanhando a vida interminável de um homem condenado ao tédio, à perda e à repetição da experiência humana.
“A partida”, de Coelho Neto, aborda o momento da despedida e os sentimentos que a acompanham, como saudade, incerteza e esperança. Com tom sensível, a narrativa explora as emoções dos personagens diante da separação, revelando a intensidade dos laços afetivos e as marcas deixadas pelo afastamento.
Em “O Duplo”, Coelho Neto explora a ideia da duplicidade humana, acompanhando um personagem que se depara com uma versão de si mesmo. A narrativa mergulha em conflitos psicológicos e identitários, revelando tensões entre aparência e essência, em um clima de mistério e introspecção que provoca reflexão sobre a própria identidade.
No romance “O Turbilhão”, de Coelho Neto, a narrativa se constrói a partir de acontecimentos intensos que envolvem paixões, conflitos e decisões impulsivas. Ao longo da obra, os personagens enfrentam situações que alteram seus destinos, revelando a instabilidade das emoções e a complexidade das relações humanas em meio a um contexto dinâmico e envolvente.
“Mano” apresenta um relato marcado pela dor e pela saudade, no qual o autor relembra a vida de seu filho Emmanuel. A obra combina elementos biográficos e emocionais, destacando sua trajetória, virtudes e morte precoce, transformando a escrita em um gesto de luto e homenagem, profundamente sensível e pessoal.
O conto “14 de julho na roça”, de Raul Pompeia, retrata com ironia e crítica social a tentativa de reproduzir, no ambiente rural brasileiro, a celebração da Revolução Francesa. A narrativa evidencia o contraste entre ideias europeias e a realidade local, expondo costumes, ingenuidades e contradições da sociedade da época.
O conto “As joias da coroa”, de Raul Pompeia, apresenta uma crítica sutil à vaidade, ao poder e às aparências sociais. A narrativa gira em torno do valor simbólico das joias, revelando como o prestígio e a ambição podem influenciar comportamentos. Com ironia, o autor expõe as contradições humanas e os excessos ligados ao desejo de status.