Por Machado de Assis (1865)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou “Cinco mulheres” em 1865, no Jornal das Famílias, do Rio de Janeiro. A narrativa traça retratos femininos que revelam dramas íntimos, sentimentos reprimidos e a condição da mulher na sociedade oitocentista. O texto antecipa temas e recursos psicológicos que marcariam a maturidade do autor.
Leia maisPor Machado de Assis (1890)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo e da ironia na literatura brasileira, publicou “Como se inventaram os almanaques” em 1890, no Almanaque das Fluminenses, no Rio de Janeiro. O conto, em tom alegórico e humorístico, narra o amor entre o Tempo e a Esperança, criando uma fábula filosófica sobre a passagem dos anos e a persistência do desejo humano de eternidade.
Leia maisPor Machado de Assis (1865)
Machado de Assis (1839–1908) publicou o conto Confissões de uma Viúva Moça em 1865, como folhetim no periódico carioca Jornal das Famílias. A obra, narrada em primeira pessoa por uma mulher viúva, investiga desejo, culpa e a tensão entre honra e paixão — explorando a consciência feminina com ironia e profundidade psicológica.
Leia maisPor Pero Vaz de Caminha (1500)
A Carta, escrita por Pero Vaz de Caminha em 1º de maio de 1500, registra as primeiras impressões da chegada portuguesa ao Brasil. Descreve a terra, os povos indígenas e o impacto do encontro entre culturas. Leitura breve e vívida, convida a descobrir o início da história colonial sob o olhar de quem a testemunhou.
Leia maisPor Machado de Assis (1892)
O texto "A Semana" pertence à célebre coluna de crônicas de Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), publicada na recém-proclamada República. O tema é um painel irônico e cético do cotidiano, mesclando política (Centenário de Tiradentes, eleições), economia (debêntures), e costumes sociais, tudo temperado pela inconfundível sutileza e "humor definitivo" do autor. Um convite à leitura da história e da alma brasileira pelos olhos de um mestre.
Leia maisPor Machado de Assis (1873)
"As Bodas de Luís Duarte" é um conto de Machado de Assis (1839-1908), que integra a coletânea Histórias da Meia-Noite (1873). Publicado originalmente em folhetins no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, entre junho e julho de 1873, o texto narra com ironia e agudeza de observação a celebração de um casamento na sociedade carioca do século XIX. O tema central é a sátira dos costumes burgueses, focando nas vaidades dos convidados, nas formalidades vazias e na retórica grandiloquente e artificial que permeiam os eventos sociais.
Leia maisPor Machado de Assis (1870)
"Aurora sem Dia" é um conto de Machado de Assis (1839-1908), publicado originalmente no Jornal das Famílias no Rio de Janeiro, entre novembro e dezembro de 1870. Posteriormente, foi reunido na coletânea Histórias da Meia-Noite (1873). O conto narra, com fina ironia, a trajetória de Luís Tinoco, um jovem e modesto empregado do foro que se convence de seu gênio poético e literário, enfrentando a descrença de seu padrinho e do Dr. Lemos. O tema é a sátira do romantismo ingênuo e do diletantismo literário da época, e a crítica à ilusão das "auroras" de glória que nunca chegam a se concretizar.
Leia maisPor Machado de Assis (1883)
"Cantiga de Esponsais" é um conto do mestre Machado de Assis (1839-1908), publicado originalmente no periódico A Estação, no Rio de Janeiro, em 15 de maio de 1883. Posteriormente, integrou a coletânea Histórias Sem Data (1884). O texto aborda o tema do gênio não realizado e o drama íntimo do Mestre Romão, um músico de 60 anos no Rio de Janeiro de 1813, cuja vocação para compor é sufocada pela incapacidade de traduzir suas harmonias internas em partitura. É uma pungente reflexão sobre a frustração artística e a efemeridade da vida.
Leia maisPor Machado de Assis (1883)
"Capítulo dos Chapéus" é um conto satírico de Machado de Assis (1839-1908) que dissecou as relações conjugais e a submissão feminina no século XIX. Publicado originalmente em 1883, na Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro), o texto aborda o insólito conflito entre o bacharel Conrado e sua esposa Mariana por causa de um chapéu, transformando a peça de vestuário em metáfora para o despotismo doméstico e a busca feminina por independência. Com ironia ferina, o conto expõe a "metafísica do chapéu" de Conrado e o breve voo de rebeldia de Mariana.
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