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#Sátiras#Literatura Brasileira

A outro vigário de certa freguesia, contra quem se amotinavam os fregueses por ser muito ambicioso

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado apenas em manuscritos e publicado em edições críticas modernas, critica com mordacidade a ambição de um vigário que chegou a provocar a revolta de seus fregueses.

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Ao vigário Antônio Marques de Pera da Encomendado na Igreja da vila de S. Francisco, ambicioso e desconhecido

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Transmitido por manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, denuncia com ironia a ambição e a postura arrogante do vigário Antônio Marques de Pera.

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Ao padre Damaso da Silva, parente do poeta, e seu oposto, homem desbocado e presunçoso, com grandes impulsos de ser vigário, sendo por algum tempo em Nossa Senhora do Loreto

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no fim do século XVII. Preservado em manuscritos e publicado apenas em edições críticas, censura com ironia o comportamento vaidoso do padre Damaso da Silva, parente do poeta.

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Retrato do mesmo clérigo

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Conhecido apenas por manuscritos coloniais e publicado em edições críticas modernas, oferece um retrato mordaz do clérigo anteriormente mencionado, expondo seus defeitos com ironia aguda.

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Ao mesmo clérigo apelidando de asno ao poeta

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, composto provavelmente na Bahia no fim do século XVII. Transmitido apenas em manuscritos e publicado em edições críticas modernas, responde com ironia à ofensa do clérigo que chamara o poeta de “asno”.

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Ao mesmo com presunções de sábio e engenhoso

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Preservado em manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas modernas, ridiculariza o clérigo que, após insultar o poeta, ainda se apresentava como sábio e engenhoso.

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A outro clérigo amigo do Frizão, que se dizia estar amancebado de portas adentro com duas mulheres, uma negra e outra mulata

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente composto na Bahia no final do século XVII. Conhecido por manuscritos coloniais e publicado apenas em edições críticas, denuncia com mordacidade o escândalo envolvendo um clérigo acusado de viver amancebado com duas mulheres.

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A nossa Sé da Bahia

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, “A nossa Sé da Bahia” circulou manuscrito no século XVII, como era comum na produção do autor, e só ganhou publicação impressa muito depois, em edições críticas modernas da poesia gregoriana. O texto retrata, com humor mordaz, aspectos da vida religiosa e social da Bahia colonial.

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Aos capitulares do seu tempo

Por Gregório de Matos (1696)

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, “Aos capitulares de seu tempo” circulou manuscrito na Bahia do século XVII, como a maior parte de sua obra, e só foi publicado em livros a partir das edições críticas modernas da poesia gregoriana. O texto expõe, com ironia mordaz, a corrupção e os vícios dos administradores coloniais.

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