Por José de Alencar (1874)
Ao Correr da Pena reúne textos breves em que José de Alencar comenta o cotidiano do século XIX com olhar atento e tom leve. A obra mistura crônica, reflexão e crítica social, abordando costumes, comportamentos e cenas da vida urbana. Escritos de forma espontânea, os textos revelam o estilo elegante do autor e sua habilidade em transformar observações simples em retratos vivos da sociedade de seu tempo.
Leia maisPor José de Alencar (1870)
Em A Pata da Gazela, José de Alencar constrói uma narrativa centrada no amor romântico e nas idealizações que cercam os sentimentos. A trama gira em torno de um jovem apaixonado que projeta seus desejos em uma figura feminina envolta em mistério, enquanto os costumes e aparências da sociedade influenciam seus conflitos. O texto combina sensibilidade e observação social, convidando o leitor a refletir sobre ilusões amorosas.
Leia maisPor José de Alencar (1857)
Publicado em 1857, A Viuvinha é um romance que acompanha a história de Carolina, jovem recém-casada que se vê marcada pela suposta morte do marido pouco tempo após o casamento. A narrativa explora sentimentos como amor, honra e sacrifício, revelando os conflitos morais e sociais da época. Com tom sensível e romântico, a obra discute as aparências, a fidelidade e as escolhas que moldam o destino dos personagens.
Leia maisPor José de Alencar (1873)
A Alma do Lázaro, de José de Alencar, é um texto de caráter reflexivo que aborda temas como sofrimento, culpa e redenção a partir de uma perspectiva moral e humana. A obra acompanha o drama interior de um personagem marcado pela dor e pelo arrependimento, explorando conflitos da consciência e questões espirituais, convidando o leitor a refletir sobre limites, fé e transformação interior.
Leia maisPor Joaquim Manuel de Macedo (1870)
As Mulheres de Mantilha apresenta um retrato crítico da sociedade urbana do século XIX, destacando costumes, relações sociais e as limitações impostas às mulheres. Por meio de intrigas amorosas, disfarces e jogos de aparência, a narrativa constrói um tom irônico e envolvente, revelando contradições morais e a hipocrisia presente no convívio social, ao mesmo tempo em que entretém e provoca reflexão.
Leia maisPor Joaquim Manuel de Macedo (1869)
As Vítimas-Algozes apresenta uma crítica contundente à sociedade escravocrata brasileira do século XIX, expondo as contradições morais do sistema da escravidão. A narrativa constrói personagens marcados pela violência e pela opressão, mostrando como a desumanização atinge tanto os escravizados quanto seus senhores, transformando vítimas em algozes e revelando um quadro social profundamente corrompido.
Leia maisPor Joaquim Manuel de Macedo (1869)
A Luneta Mágica, de Joaquim Manuel de Macedo, é um romance brasileiro publicado em 1869 que mistura fantasia, ironia e crítica social. A história acompanha Simplício, um jovem míope física e moralmente, que recebe de um mágico uma luneta capaz de revelar o bem e o mal nas pessoas e no mundo ao seu redor. A obra, considerada uma das primeiras do fantástico no Brasil, usa essa fantástica visão como metáfora para refletir sobre a natureza humana, aparências e julgamentos, revelando a complexidade das relações e das convenções sociais na época do Segundo Reinado.
Leia maisPor Machado de Assis (1904)
Machado de Assis (1839–1908) publicou Esaú e Jacó em 1904, no Rio de Janeiro. O romance acompanha os gêmeos Pedro e Paulo, opostos em temperamento e ideias, para ironizar conflitos políticos, sociais e morais do Brasil do fim do século XIX. Com narrador refinado e tom crítico, a obra reflete a maturidade estética do autor e convida à leitura atenta das ambiguidades humanas.
Leia maisPor Machado de Assis (1866)
Machado de Assis (1839–1908) publicou o conto Fernando e Fernanda em 1866, no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. O texto aborda o amor juvenil, a formação moral e a instabilidade dos afetos, explorando temas como fidelidade, vaidade e amadurecimento emocional. Com ironia sutil e análise psicológica, a narrativa antecipa traços centrais da obra madura do autor.
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