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#Contos#Literatura Brasileira

Histórias e tradições da Província de Minas Gerais

Por Bernardo Guimarães (1872)

Em Histórias e tradições da Província de Minas Gerais, de Bernardo Guimarães, o autor reúne narrativas inspiradas em lendas, costumes e episódios marcantes do interior mineiro. Com linguagem envolvente e traços do Romantismo, a obra valoriza a cultura regional, mesclando fatos históricos e imaginação para retratar a sociedade, as crenças e o modo de vida da antiga província.

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Missa do Galo

Por Machado de Assis (1893)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “Missa do Galo” originalmente na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1893. O conto narra o encontro noturno entre um jovem e uma mulher casada, na véspera de Natal, explorando desejo velado, ambiguidade e memória, em uma das mais sutis análises psicológicas do autor.

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Muitos anos depois

Por Machado de Assis (1874)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Muitos anos depois” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1874. O conto explora vocação, amor frustrado, honra e segredo familiar, conduzindo a um desfecho trágico que revela as consequências morais de escolhas e equívocos.

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Médico é remédio

Por Machado de Assis (1883)

Machado de Assis (1839–1908), fundador da ABL e expoente do Realismo, publicou “Médico é remédio” originalmente na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 1883. Com ironia fina, o conto retrata ciúme, orgulho e arranjos amorosos, mostrando como a vaidade e o despeito podem conduzir, inesperadamente, a novos enlaces.

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Na Arca

Por Machado de Assis (1862)

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Nem uma nem outra

Por Machado de Assis (1862)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Nem uma nem outra” originalmente no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1873. O conto explora ciúme, interesse e orgulho, narrando o conflito amoroso de Vicente entre ambição e afeto, em crítica irônica às ilusões românticas e ao casamento por conveniência.

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Noite de almirante

Por Machado de Assis (1884)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “Noite de Almirante” originalmente na Histórias sem data (Rio de Janeiro: Garnier, 1884). O conto narra o reencontro de um marujo com a amada infiel, explorando desilusão, orgulho e autoengano, em fina análise psicológica e irônica das paixões humanas.

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Não é mel para a boca do asno

Por Machado de Assis (1868)

Machado de Assis (1839–1908) publicou “Não é mel para a boca do asno” no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1868. O conto retrata amores desencontrados, vaidade e redenção moral, narrando o triângulo entre Hortênsia, Meneses e Marques. Com fina ironia e análise psicológica, revela que a felicidade exige caráter e maturidade.

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O anel de Polícrates

Por Machado de Assis (1878)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “O anel de Polícrates” originalmente na *Gazeta de Notícias*, no Rio de Janeiro, em 1878. O conto, em forma dialogada, satiriza a vaidade intelectual e a fugacidade das ideias, narrando a obsessão de Xavier por uma frase que, como o anel lendário, sempre lhe escapa.

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