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A Brasileira de Prazins é um romance que retrata a sociedade portuguesa do século XIX por meio de uma trama marcada por paixões, interesses familiares e conflitos de honra. A obra acompanha personagens envolvidos em relações complexas, revelando costumes, valores e tensões sociais da época, ao mesmo tempo em que explora temas como amor, vingança e destino.
"Os Brilhantes do Brasileiro" é uma narrativa que retrata os costumes e as relações sociais da sociedade portuguesa, explorando temas como ambição, status, riqueza e busca por reconhecimento. Por meio de personagens marcados por interesses e conflitos familiares, a obra apresenta uma crítica bem-humorada às aparências e aos valores sociais, oferecendo ao leitor um olhar atento e irônico sobre o comportamento humano.
"Amor de Perdição", de Camilo Castelo Branco, é um dos principais romances do Romantismo português. A obra narra a história de amor entre Simão Botelho e Teresa de Albuquerque, jovens pertencentes a famílias rivais. Marcado por conflitos familiares, sofrimento e tragédia, o romance explora temas como paixão, honra e destino, tornando-se um dos mais conhecidos exemplos de amor impossível na literatura de língua portuguesa.
Morreu aos 83 anos o escritor português António Lobo Antunes, um dos romancistas mais importantes da literatura de língua portuguesa nas últimas décadas. Autor de obras como Os Cus de Judas e Conhecimento do Inferno, Lobo Antunes construiu carreira marcada por inovação narrativa e por retratos intensos da sociedade portuguesa.
A escritora portuguesa Lídia Jorge foi distinguida com o Prémio Pessoa 2025, uma das mais prestigiadas distinções culturais atribuídas em Portugal.
O anúncio foi feito pelo presidente do júri, Francisco Pedro Balsemão, no Palácio de Seteais, em Sintra, onde o júri se reuniu para decidir o galardão desta edição.
O Auto da Festa de São Lourenço é uma peça jesuítica de José de Anchieta, criada como instrumento de catequese e domínio cultural sobre povos indígenas. Ao unir elementos cristãos a referências nativas, o auto servia à estratégia missionária de impor a fé europeia, revelando o caráter disciplinador e assimétrico das relações coloniais presentes no teatro jesuítico.