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Um novo estudo da Rede Nacional Primeira Infância revela que bebês e crianças de até três anos expostos a mais de duas horas diárias de telas enfrentam riscos severos de atrasos no desenvolvimento. O relatório aponta que a substituição de interações humanas por dispositivos digitais compromete a aquisição da linguagem, a memória e o controle de impulsos, reforçando a recomendação de "tela zero" para menores de dois anos e limites rigorosos para a primeira infância.