Por José de Alencar (1870)
A alma do menino foi-se moldando naturalmente pelo que admirava. A vida de peão inspirava-lhe entusiasmo. O baguá era para ele o símbolo da força e da fereza; domar o cavalo selvagem, o filho indômito dos pampas, significava o maior triunfo a que podia aspirar o homem. O amansador era o rei do deserto.
(continua...)
ALENCAR, José de. O gaúcho. Disponível em: https://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=1842 . Acesso em: 26 jan. 2026.