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#Romances#Literatura Brasileira

O Sertanejo

Por José de Alencar (1875)

No transporte do júbilo que inundou-lhe a alma, o sertanejo alçou as mãos cruzadas para render graças ao Deus que lhe conservava pura e imaculada a mulher de sua adoração. 

Flor corou; e afastou-se lentamente. Quando seu vulto gracioso passou o limiar da porta, Arnaldo ajoelhando, beijou o ar ainda impregnado da suave fragrância que a donzela derramava em sua passagem. 

 

Conclusão 

 

Aquí termina a história a que dei o título de Sertanejo. 

O mistério que envolve o passado de Jó só depois veio a revelar-se; e como êsses acontecimentos prendem-se intimamente à vida de Arnaldo, guardo-me para referí-los mais tarde, quando escrever o fim do destemido sertanejo cujas proezas foram por muitos anos naqueles gerais o entretenimento dos vaqueiros nos longos serões passados ao relento, durante as noites do inverno. 


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