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Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, é autor do conto História comum, narrativa irônica em que um simples alfinete assume a voz do narrador. A partir desse ponto de vista inusitado, o texto satiriza a hierarquia social, a vaidade e a instabilidade das posições humanas, combinando humor, crítica social e refinamento estilístico característicos da maturidade do autor.
Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores escritores da literatura brasileira. Em Henriqueta Renan, o autor traça um ensaio biográfico e crítico sobre a irmã de Ernest Renan, destacando o amor fraternal, o sacrifício, a formação intelectual e a influência moral exercida por ela na vida do pensador francês. O texto combina análise psicológica, sensibilidade memorialística e reflexão sobre vocação, dever e afeto.
Iracema é um romance de José de Alencar que narra o encontro entre a jovem indígena Iracema e o colonizador português Martim, no início da formação do Brasil. A obra combina amor, conflito cultural e lirismo para retratar o choque entre povos indígenas e europeus. Com linguagem poética e simbólica, o texto constrói uma narrativa mítica sobre a origem do povo cearense e da nação brasileira.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, publicou Helena originalmente em folhetins no jornal O Globo, no Rio de Janeiro, em 1876. O romance aborda temas como filiação, herança, moral burguesa e conflitos entre sentimento e convenção social, revelando a transição do autor do romantismo para uma visão crítica e psicológica da sociedade do Segundo Reinado.
Diva é um romance urbano de José de Alencar que narra a história de Emília, uma jovem bela, rica e de temperamento orgulhoso, que desafia os padrões sociais e sentimentais do seu tempo. A obra acompanha o relacionamento entre Emília e Augusto, marcado por conflitos, jogos emocionais e reflexão sobre amor, vaidade e posição social, retratando costumes da sociedade brasileira do século XIX.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, apresenta em Goivos e camélias uma sátira mordaz sobre a vaidade literária e as ilusões do gênio romântico. A narrativa acompanha Luís Tinoco, poeta medíocre e ambicioso, expondo com ironia o contraste entre aspirações artísticas, reconhecimento público e realidade social, em crítica aguda ao culto da celebridade e ao arrivismo intelectual.
Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores escritores da literatura brasileira. Em Galeria póstuma, conto publicado em Volume de contos (1884), o autor explora, com fina ironia, a distância entre a imagem pública e o juízo íntimo. A descoberta de um diário após a morte do protagonista revela retratos mordazes de amigos e familiares, expondo hipocrisias, vaidades e ambiguidades morais.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, constrói em “Fulano” uma narrativa irônica sobre vaidade, reputação pública e moralidade social. O conto acompanha a transformação de um homem comum em figura pública movida pelo elogio e pela visibilidade, revelando a crítica machadiana às aparências, à filantropia exibicionista e ao desejo de reconhecimento.
Como e por que sou romancista é um texto autobiográfico em que José de Alencar reflete sobre sua trajetória intelectual e os motivos que o levaram à literatura. Nele, o autor relata suas primeiras leituras, influências e experiências pessoais, explicando como se formou como escritor. A obra revela o pensamento de Alencar sobre a criação literária e o papel do romance na cultura brasileira.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, constrói em Habilidoso um retrato irônico do falso talento artístico e da vaidade alimentada pelo elogio fácil. O conto acompanha João Maria, pintor autodidata incapaz de reconhecer seus limites, expondo com fina crítica a ilusão do gênio, a recusa da técnica e o contraste entre ambição estética e miséria cotidiana.