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Publicado originalmente na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 15 de junho de 1884, este conto de Machado de Assis (1839–1908) é uma sátira psicológica afiada sobre a inveja e o ressentimento humano. A narrativa investiga a trajetória de Nicolau, um homem cuja vida é regida por uma verdadeira patologia: a incapacidade de suportar a beleza, o talento ou o sucesso alheio. Com sua ironia cirúrgica, o autor traça uma caricatura amarga do espírito humano, culminando em uma surpreendente e vaidosa última vontade.
Machado de Assis (1839–1908), principal autor do Realismo brasileiro, explora em “Um sonho e outro sonho” os conflitos entre memória, desejo, superstição e liberdade afetiva. A narrativa acompanha a viúva Genoveva, dividida entre a fidelidade ao marido morto e um novo amor, após sonhos perturbadores que parecem orientar seu destino. Com fina ironia e análise psicológica, o conto foi publicado originalmente em A Estação, em 31 de maio de 1892.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em “Uma Senhora” a vaidade, o medo do envelhecimento e as ilusões da juventude. Com fina ironia e aguda observação psicológica, o conto acompanha D. Camila em sua luta contra a passagem do tempo. Publicado originalmente na Gazeta de Notícias em 1883 e reunido depois em Histórias sem data (Rio de Janeiro, 1884), o texto revela a maestria machadiana na construção de personagens complexas e humanas.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do conto brasileiro, combina humor, fantasia e sátira em “Uma visita de Alcibíades”. Publicado originalmente no Jornal das Famílias (Rio de Janeiro, outubro de 1876), sob o pseudônimo Victor de Paula, o texto narra o encontro insólito entre um desembargador espírita e o célebre ateniense Alcibíades. A narrativa ironiza os costumes modernos e evidencia a refinada inteligência crítica do autor.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, explora neste conto a força das ilusões amorosas e a solidão feminina. Publicado originalmente em A Estação em 15 de dezembro de 1884, no Rio de Janeiro, “Uma carta” acompanha as fantasias de Celestina, uma solteirona que acredita ter encontrado o amor, até o desfecho irônico e melancólico, típico da fina observação psicológica machadiana.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, explora neste conto a força das ilusões amorosas e a solidão feminina. Publicado originalmente em A Estação em 15 de dezembro de 1884, no Rio de Janeiro, “Uma carta” acompanha as fantasias de Celestina, uma solteirona que acredita ter encontrado o amor, até o desfecho irônico e melancólico, típico da fina observação psicológica machadiana.
Em *Peru versus Bolívia*, Euclides da Cunha analisa as disputas políticas e territoriais entre esses dois países sul-americanos, especialmente em regiões de fronteira marcadas por interesses econômicos e estratégicos. Com seu olhar atento para a geografia, a história e a diplomacia, o autor discute como os conflitos entre nações vizinhas refletem desafios mais amplos da organização política e da ocupação do território na América do Sul.
Publicado postumamente em 1909, À Margem da História reúne ensaios e reportagens de Euclides da Cunha sobre a região amazônica e seus habitantes. A obra aborda temas como a exploração da borracha, as condições de vida dos trabalhadores e os desafios enfrentados nas fronteiras brasileiras, revelando aspectos pouco conhecidos do país e refletindo sobre questões sociais, econômicas e territoriais do início do século XX.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em “Um quarto de século” os desencontros entre ideal amoroso e vida conjugal. O conto narra o reencontro de Tomás e Raquel após vinte e cinco anos de separação, examinando memória, ilusões afetivas e a passagem do tempo com a fina ironia característica do autor. Publicado originalmente na revista A Estação, em 15 de agosto de 1893, no Rio de Janeiro.
Machado de Assis (1839–1908), fundador da Academia Brasileira de Letras e maior nome da literatura brasileira, publicou “Um incêndio” originalmente no Almanaque Brasileiro Garnier, em 1906. O conto narra o gesto heroico de um oficial da marinha inglesa que arrisca a vida para salvar uma suposta vítima de um incêndio em Montevidéu. Com ironia sutil e refinada construção narrativa, Machado reflete sobre coragem, ilusão e os limites da percepção humana.