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Em O Caçador Doméstico, Lima Barreto utiliza o humor e a ironia para retratar hábitos cotidianos e pequenas obsessões da vida urbana. A narrativa observa comportamentos comuns dentro do ambiente familiar, transformando situações simples em crítica aos costumes e às vaidades sociais. Com estilo leve e perspicaz, o autor revela contradições humanas presentes no dia a dia.
Em Eficiência Militar, Lima Barreto utiliza a ironia para questionar o prestígio das instituições militares e a ideia de disciplina como sinônimo de progresso. Com olhar crítico, o autor expõe contradições do poder, do autoritarismo e das hierarquias sociais no Brasil de sua época. O texto revela a habilidade de Barreto em unir humor e denúncia social.
Em “Assombramento”, Afonso Arinos mergulha no universo das crenças populares e do imaginário sertanejo para narrar uma história marcada pelo medo e pelo mistério. O conto mostra como lendas, superstições e relatos sobrenaturais influenciam a vida das pessoas, criando tensão entre razão e fantasia. Com linguagem envolvente, o autor retrata costumes e valores do interior brasileiro.
“A Nova Califórnia”, de Lima Barreto, constrói uma sátira envolvente sobre a ganância humana e a busca desenfreada por riqueza fácil. A narrativa acompanha a agitação de uma pequena cidade após a promessa de descoberta de ouro, revelando ambição, egoísmo e comportamentos absurdos. Com humor e crítica social, o autor expõe fragilidades morais da sociedade brasileira.
“A Mulher do Anacleto”, de Lima Barreto, apresenta uma narrativa marcada pela observação crítica dos costumes sociais e das relações humanas. O texto acompanha situações do cotidiano que revelam ciúmes, aparências e desigualdades, expondo comportamentos muitas vezes contraditórios. Com ironia e sensibilidade, o autor retrata a sociedade brasileira de seu tempo.
“Carta de um defunto rico”, de Lima Barreto, utiliza humor e ironia para imaginar a voz de um morto que reflete sobre riqueza, poder e valores sociais. Em tom satírico, o texto critica a ambição, a hipocrisia e os privilégios das elites, revelando contradições da sociedade brasileira. A narrativa mostra a habilidade do autor em unir sarcasmo e reflexão.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores da literatura brasileira, escreveu a comédia Os deuses de casaca, encenada em 28 de dezembro de 1865 e datada de 1º de janeiro de 1866, no Rio de Janeiro. A peça satiriza, com humor e ironia, a decadência dos deuses do Olimpo ao confrontá-los com a modernidade, explorando temas como vaidade, poder e transformação social.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo, publicou Pobre cardeal! em 1886, na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro. O conto explora, com ironia, a influência das aparências e da memória na justiça, revelando como simpatias pessoais podem interferir no julgamento moral e social.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do realismo no Brasil, publicou Pobre Finoca! em 1891, no periódico A Estação, no Rio de Janeiro. O conto retrata, com ironia, jogos de interesse, vaidade e ilusões amorosas na sociedade urbana, expondo a instabilidade dos sentimentos e a crítica aos costumes burgueses.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo, explora em Ponto de Vista as ilusões do amor romântico e a distância entre ideal e realidade. Publicado originalmente no livro Histórias da meia-noite (1873), no Rio de Janeiro, o conto é construído em forma epistolar, revelando, com ironia, a transformação dos sentimentos e das percepções de sua protagonista.