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Machado de Assis (1839–1908), maior nome da prosa brasileira do século XIX, publicou Dívida extinta como conto de crítica moral e social. A narrativa aborda rivalidade, vaidade, herança e reconciliação interessada, expondo a fragilidade dos sentimentos humanos diante do dinheiro. Com ironia e observação psicológica, o autor desmonta ilusões românticas e valores burgueses.
Machado de Assis (1839–1908) publicou Elogio da vaidade em 1878, texto satírico em que personifica a Vaidade para questionar valores morais consagrados. Com ironia e erudição, o autor discute a vaidade como força social, psicológica e histórica, desmontando a oposição simplista entre vício e virtude e convidando o leitor a refletir sobre aparência, ego e sociabilidade.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor do conto "D. Mônica", publicado originalmente no Jornal das Famílias em 1876. A história aborda temas como ambição, herança, casamento por interesse e dilemas morais, analisando a complexidade dos relacionamentos humanos e a luta entre dever e desejo. Com uma crítica sutil à sociedade carioca do século XIX, o texto é uma das exemplares narrativas de ironia machadiana.
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “D. Paula”, narrativa de maturidade em que memória, desejo e moralidade se entrelaçam. A história examina o ciúme, o casamento e a ação do tempo sobre as paixões, revelando a psicologia feminina e a ironia sutil do autor ao confrontar passado e presente na sociedade carioca do século XIX.
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “Decadência de dois grandes homens”, narrativa de tom fantástico e irônico que dialoga com a História romana para refletir sobre loucura, poder, glória e decadência. Publicado no século XIX, o texto combina erudição clássica e humor mordaz, revelando a crítica machadiana às ilusões da grandeza humana.
Machado de Assis (1839–1908) escreveu Desencantos, fantasia dramática que examina o confronto entre idealismo e pragmatismo nas relações amorosas e sociais. Por meio de diálogos irônicos e situações de desencanto progressivo, o texto reflete sobre amor, casamento, ambição política e amadurecimento moral, revelando o olhar crítico e sutil do autor sobre os valores do seu tempo.
Machado de Assis (1839–1908) é autor do conto “D. Jucunda”, narrativa que examina a ascensão social, a vaidade e as ambiguidades morais da elite urbana do Segundo Reinado. Com ironia fina e olhar psicológico, o texto contrapõe origem modesta, ambição e aparências, revelando tensões familiares e sociais na formação da protagonista.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “Sabina”, poema do livro Americanas. O texto recria, em tom lírico e narrativo, a figura feminina indígena, explorando temas como amor, sacrifício e choque cultural no contexto da formação do Brasil. A composição dialoga com o indianismo, mas revela a visão crítica e refinada do poeta.
Machado de Assis (1839–1908) apresenta, no poema A visão de Jaciúca, uma composição de inspiração indígena, marcada pelo tom épico-lírico e pela evocação mítica da natureza e do sagrado. Publicado no livro Americanas, o poema integra o momento em que o autor dialoga com temas históricos e nativistas, reelaborando-os com rigor formal e sensibilidade poética.
Machado de Assis (1839–1908) aborda, em “A Cristã-Nova”, o drama da intolerância religiosa e da perseguição inquisitorial, centrado na figura da mulher judia convertida. Integrante do livro Americanas, o poema alia temática histórica a um tom lírico-trágico, revelando sensibilidade ética e crítica social já presentes na poesia inicial do autor.