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#Literatura Brasileira

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Contos

Quem boa cama faz...

Caroline Alves - 12/05/2026

“Quem Boa Cama Faz...” é conto de Machado de Assis (1839–1908) que explora, com ironia, relações amorosas, interesse e orgulho, mostrando as consequências de manipulações afetivas. A narrativa acompanha um plano para evitar um casamento arranjado que se volta contra seu idealizador, revelando a psicologia dos personagens e a crítica social típica do autor.

Contos

Quem conta em conto...

Caroline Alves - 12/05/2026

Texto de Machado de Assis (1839–1908), “Quem conta um conto...” satiriza o gosto humano por espalhar boatos, explorando com humor as consequências da fofoca. Publicado originalmente no Jornal das Famílias (1873), no Rio de Janeiro, o conto revela a ironia e crítica social características do autor.

Contos

Quem não quer ser lobo...

Caroline Alves - 12/05/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do realismo brasileiro, explora neste conto o tema da ambição, do oportunismo e das ilusões sociais. Publicado originalmente em 1872, o texto narra, com ironia, a história de um jovem que vê numa carteira perdida a chance de ascensão, revelando as contradições entre interesse e sentimento. A narrativa combina humor e crítica aos costumes urbanos do século XIX.

Contos

Questão de vaidade

Caroline Alves - 12/05/2026

Publicada originalmente em 1864 no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, “Questão de vaidade”, de Machado de Assis (1839–1908), explora com ironia e crítica moral os conflitos entre amor, desejo e vaidade. A narrativa evidencia as consequências do egoísmo e da inconstância afetiva, traços recorrentes na obra do autor, antecipando sua análise psicológica refinada.

Romances

Quincas Borba

Caroline Alves - 12/05/2026

Publicado em 1891, no Rio de Janeiro, Quincas Borba, de Machado de Assis (1839–1908), aprofunda a crítica à sociedade e à natureza humana por meio da trajetória de Rubião. O romance explora temas como ambição, loucura e egoísmo, articulados à filosofia irônica do “Humanitismo”, revelando o olhar mordaz e psicológico característico do autor.

Contos

Quinhentos contos

Caroline Alves - 12/05/2026

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora neste conto temas como interesse, casamento por conveniência e conflito entre amor e ambição. A narrativa acompanha disputas familiares e morais em torno de uma jovem viúva, revelando ironia e crítica social típicas do autor. A data e o local da publicação original não puderam ser precisamente determinados.

Romances

Ressurreição

Caroline Alves - 12/05/2026

Ressurreição (1872), primeiro romance de Machado de Assis (1839-1908), marca o início de sua trajetória no gênero. Publicada no Rio de Janeiro, a obra foca no contraste psicológico entre Dr. Félix e a viúva Lívia. Sob influência de Shakespeare, o texto explora como a dúvida e o ciúme corroem a possibilidade de felicidade. Uma leitura essencial para mergulhar na gênese da análise da alma humana, apresentando um herói complexo, incoerente e caprichoso

Contos

Ruty de Leão

Caroline Alves - 12/05/2026

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou “Ruy de Leão” originalmente no Jornal das Famílias, em 1872. O conto aborda, com ironia e imaginação, temas como a imortalidade, o choque cultural e o tédio existencial. A narrativa mistura elementos históricos e fantásticos para refletir sobre os limites da condição humana.

Contos

Sales

Caroline Alves - 12/05/2026

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, constrói em “Sales” a figura de um visionário inquieto, dominado por ideias grandiosas e inconclusas. Publicado originalmente em 1885, o conto satiriza o idealismo improdutivo e a instabilidade humana, combinando ironia e crítica social típicas do autor.

Contos

O Homem que Sabia Javanês

Yacob - 08/05/2026

“O Homem que Sabia Javanês”, de Lima Barreto, é um conto satírico que narra a história de um homem que finge dominar uma língua exótica para conquistar prestígio e vantagens sociais. Com humor e crítica, a obra expõe a valorização superficial do saber e a facilidade com que aparências enganam, revelando vícios da sociedade brasileira da época.

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