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#Literatura Brasileira

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Sátiras

Ao mesmo vigário galanteia o poeta fazendo chistes de um mimo, que lhe mandara Brites, uma graciosa comadre sua, entre o qual vinha para o poeta um caju

Ronaldo Martins - 13/02/2026

Gregório de Matos (1636–1696), poeta maior do Barroco brasileiro, celebrizou-se pela sátira mordaz e pelo duplo sentido erótico. Neste poema, contrapõe “flor” e “fruto” para ironizar o vigário e insinuar, com malícia, a posse simbólica do “fruto” enviado por Brites. O texto circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

    Sátiras

    Aos mesmos padres hóspedes entre os quais vinha o padre Perico, que era pequenino

    Ronaldo Martins - 13/02/2026

    Gregório de Matos (1636–1696), expoente do Barroco brasileiro, destacou-se pela sátira irreverente aos vícios sociais e ao clero da colônia. Em “Aos mesmos padres hóspedes…”, ridiculariza religiosos visitantes — entre eles o “padre Perico” — explorando caricatura e humor mordaz. O poema circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

      Sátiras

      Ao vigário da Madre de Deos Manuel Rodrigues queixa o poeta de ter clérigos que lhe foram a casa pela festa do Natal, onde também ele estava e com galantaria o persuade, a que sacuda os hospedes fora de casa pelo gasto, que faziam

      Ronaldo Martins - 13/02/2026

      Gregório de Matos (1636–1696), poeta maior do Barroco luso-brasileiro, tornou-se célebre pela sátira mordaz aos costumes e ao clero colonial. No poema “Ao vigário da Madre de Deos Manuel Rodrigues…”, com humor e ironia, critica os excessos e despesas provocados por clérigos em visita natalina. O texto circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

        Sátiras

        Ao padre Manuel Domingues Loureiro que recusando ir por capelão para angola por ordem de sua ilustríssima, foi ao depois prezo, e maltratado, porque resistiu as ordens do mesmo prelado.

        Ronaldo Martins - 13/02/2026

        Gregório de Matos (1636–1696), maior nome da poesia satírica barroca no Brasil, retratou com ironia os conflitos morais e institucionais da colônia. No poema “Ao padre Manuel Domingues Loureiro…”, critica a recusa do religioso em partir para Angola e as punições sofridas, expondo tensões entre clero e autoridade episcopal. O texto circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

          Sátiras

          Entra agora o poeta a satirizar o dito padre

          Ronaldo Martins - 13/02/2026

          Gregório de Matos (1636–1696), poeta baiano do Barroco, destacou-se pela sátira ferina aos costumes e ao clero colonial. Em “Entra agora o poeta a satirizar o dito padre”, intensifica o tom mordaz contra o padre Manuel Alvares, capelão da Marapé, explorando ironia e crítica moral. O poema circulou manuscrito no século XVII e teve publicação em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

            Sátiras

            Ao padre Manuel Alvares, capelão da Marapé, remoqueando ao poeta uma pedrada que lhe deram de noite estando se provendo

            Ronaldo Martins - 12/02/2026

            Gregório de Matos (1636–1696), poeta baiano do Barroco, célebre pela sátira mordaz, criticou costumes, clero e poder colonial. No poema “Ao padre Manuel Alvares…”, responde com ironia a uma provocação, reafirmando seu tom satírico contra religiosos vindos de Portugal. O texto circulou em manuscritos no século XVII e foi publicado pela primeira vez em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

              Crônicas

              Os Romances da Semana

              Yacob - 31/01/2026

              Os Romances da Semana reúne narrativas curtas originalmente publicadas em jornal, escritas de forma rápida e espontânea. Na introdução, o próprio autor apresenta os textos com humildade, reconhecendo imperfeições de estilo e simplicidade da ação, mas defendendo-os com afeto, como um pai que não abandona seus filhos. A obra preserva histórias que nasceram no espaço efêmero do jornalismo, oferecendo ao leitor um contato direto com a escrita imediata e reflexiva do século XIX.

              Crônicas

              Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro

              Yacob - 31/01/2026

              Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro apresenta um percurso descritivo pela capital do século XIX, conduzindo o leitor por ruas, edifícios, praças e paisagens marcantes da cidade. O texto combina observação, memória e comentários históricos, revelando costumes, transformações urbanas e aspectos da vida cotidiana. A obra funciona como um guia literário, oferecendo um retrato vivo do Rio de Janeiro de sua época.

              Comédias

              Os Irmãos das Almas

              Yacob - 30/01/2026

              Os Irmãos das Almas é uma comédia teatral que satiriza costumes da sociedade brasileira do século XIX. A trama gira em torno de personagens interesseiros que se aproveitam da religiosidade popular e de promessas feitas às almas para obter vantagens pessoais. Com humor e crítica social, o texto expõe a hipocrisia, a superstição e os vícios humanos, utilizando situações cômicas para provocar riso e reflexão no público.

              Comédias

              Quem casa, quer casa

              Yacob - 30/01/2026

              Quem casa, quer casa apresenta uma comédia leve e crítica sobre o casamento e a vida familiar no século XIX. A trama gira em torno de um jovem casal que, ao se casar, enfrenta dificuldades para conquistar independência e um lar próprio. Por meio de situações cômicas e diálogos ágeis, o texto satiriza costumes sociais, interesses financeiros e conflitos entre gerações, oferecendo um retrato bem-humorado da sociedade da época.

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