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Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, apresenta em Goivos e camélias uma sátira mordaz sobre a vaidade literária e as ilusões do gênio romântico. A narrativa acompanha Luís Tinoco, poeta medíocre e ambicioso, expondo com ironia o contraste entre aspirações artísticas, reconhecimento público e realidade social, em crítica aguda ao culto da celebridade e ao arrivismo intelectual.
Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores escritores da literatura brasileira. Em Galeria póstuma, conto publicado em Volume de contos (1884), o autor explora, com fina ironia, a distância entre a imagem pública e o juízo íntimo. A descoberta de um diário após a morte do protagonista revela retratos mordazes de amigos e familiares, expondo hipocrisias, vaidades e ambiguidades morais.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, constrói em “Fulano” uma narrativa irônica sobre vaidade, reputação pública e moralidade social. O conto acompanha a transformação de um homem comum em figura pública movida pelo elogio e pela visibilidade, revelando a crítica machadiana às aparências, à filantropia exibicionista e ao desejo de reconhecimento.
Como e por que sou romancista é um texto autobiográfico em que José de Alencar reflete sobre sua trajetória intelectual e os motivos que o levaram à literatura. Nele, o autor relata suas primeiras leituras, influências e experiências pessoais, explicando como se formou como escritor. A obra revela o pensamento de Alencar sobre a criação literária e o papel do romance na cultura brasileira.
Cinco Minutos é uma narrativa romântica que conta como um pequeno atraso muda completamente o destino do narrador. A partir de um encontro inesperado em um ônibus, a história acompanha o nascimento de um amor intenso, marcado por desencontros, viagens e reflexões emocionais. O texto combina sensibilidade, lirismo e introspecção, mostrando como acontecimentos simples podem transformar uma vida inteira.
Ao Correr da Pena reúne textos breves em que José de Alencar comenta o cotidiano do século XIX com olhar atento e tom leve. A obra mistura crônica, reflexão e crítica social, abordando costumes, comportamentos e cenas da vida urbana. Escritos de forma espontânea, os textos revelam o estilo elegante do autor e sua habilidade em transformar observações simples em retratos vivos da sociedade de seu tempo.
As Asas de um Anjo é um texto teatral em que José de Alencar aborda temas como moral, hipocrisia social e redenção. A obra acompanha o destino de uma jovem seduzida e marginalizada pela sociedade, expondo o contraste entre aparência e virtude. Com tom crítico e dramático, o autor provoca reflexão sobre os julgamentos sociais e os limites impostos às mulheres no século XIX.
Em A Pata da Gazela, José de Alencar constrói uma narrativa centrada no amor romântico e nas idealizações que cercam os sentimentos. A trama gira em torno de um jovem apaixonado que projeta seus desejos em uma figura feminina envolta em mistério, enquanto os costumes e aparências da sociedade influenciam seus conflitos. O texto combina sensibilidade e observação social, convidando o leitor a refletir sobre ilusões amorosas.
Publicado em 1857, A Viuvinha é um romance que acompanha a história de Carolina, jovem recém-casada que se vê marcada pela suposta morte do marido pouco tempo após o casamento. A narrativa explora sentimentos como amor, honra e sacrifício, revelando os conflitos morais e sociais da época. Com tom sensível e romântico, a obra discute as aparências, a fidelidade e as escolhas que moldam o destino dos personagens.
A Alma do Lázaro, de José de Alencar, é um texto de caráter reflexivo que aborda temas como sofrimento, culpa e redenção a partir de uma perspectiva moral e humana. A obra acompanha o drama interior de um personagem marcado pela dor e pelo arrependimento, explorando conflitos da consciência e questões espirituais, convidando o leitor a refletir sobre limites, fé e transformação interior.