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#Literatura Brasileira

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Romances

A Escrava Isaura

Yacob - 21/02/2026

O romance “A escrava Isaura”, de Bernardo Guimarães, é uma das obras mais conhecidas do romantismo brasileiro e aborda, de forma sensível e crítica, a realidade da escravidão no século XIX. A narrativa acompanha Isaura, uma jovem escravizada de grande beleza e educação refinada, que sofre perseguições e abusos por parte de seu senhor após recusar seus avanços. Ao longo da história, a protagonista enfrenta injustiças, fugas e perigos, enquanto luta por liberdade e dignidade. Misturando romance, drama e denúncia social, o livro conquistou leitores ao expor as contradições morais da sociedade escravocrata e defender ideais de humanidade e justiça.

Baladas

A Orgia dos Duendes

Yacob - 21/02/2026

O poema narrativo “A orgia dos duendes”, de Bernardo Guimarães, mergulha no universo fantástico e sombrio ao retratar uma reunião macabra de criaturas sobrenaturais em meio à noite. Com forte influência do ultrarromantismo, o texto apresenta duendes e figuras grotescas que celebram uma espécie de ritual irreverente e caótico, misturando humor ácido, crítica social e elementos de terror. A atmosfera é marcada por exageros, imagens vívidas e tom satírico, criando uma narrativa que oscila entre o grotesco e o fantástico. Ao explorar o imaginário popular e o gosto pelo insólito, a obra revela uma faceta ousada do autor, capaz de provocar estranhamento e fascínio no leitor.

Contos

Missa do Galo

Caroline Alves - 20/02/2026

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “Missa do Galo” originalmente na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 1893. O conto narra o encontro noturno entre um jovem e uma mulher casada, na véspera de Natal, explorando desejo velado, ambiguidade e memória, em uma das mais sutis análises psicológicas do autor.

Contos

Muitos anos depois

Caroline Alves - 20/02/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Muitos anos depois” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1874. O conto explora vocação, amor frustrado, honra e segredo familiar, conduzindo a um desfecho trágico que revela as consequências morais de escolhas e equívocos.

Contos

Médico é remédio

Caroline Alves - 20/02/2026

Machado de Assis (1839–1908), fundador da ABL e expoente do Realismo, publicou “Médico é remédio” originalmente na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 1883. Com ironia fina, o conto retrata ciúme, orgulho e arranjos amorosos, mostrando como a vaidade e o despeito podem conduzir, inesperadamente, a novos enlaces.

Contos

Na Arca

Caroline Alves - 20/02/2026

Contos

Nem uma nem outra

Caroline Alves - 20/02/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Nem uma nem outra” originalmente no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1873. O conto explora ciúme, interesse e orgulho, narrando o conflito amoroso de Vicente entre ambição e afeto, em crítica irônica às ilusões românticas e ao casamento por conveniência.

Comédias

Não consultes médico

Caroline Alves - 20/02/2026

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou a comédia “Não consultes médico” originalmente em Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1876. A peça satiriza as “moléstias morais” e as curas sentimentais, mostrando como o amor frustrado se resolve não por receitas médicas, mas pela experiência partilhada e pelo reencontro afetivo.

Contos

Não é mel para a boca do asno

Caroline Alves - 20/02/2026

Machado de Assis (1839–1908) publicou “Não é mel para a boca do asno” no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1868. O conto retrata amores desencontrados, vaidade e redenção moral, narrando o triângulo entre Hortênsia, Meneses e Marques. Com fina ironia e análise psicológica, revela que a felicidade exige caráter e maturidade.

Novelas

O Alienista

Caroline Alves - 20/02/2026

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou “O Alienista” em folhetins na revista A Estação (Rio de Janeiro), entre outubro de 1881 e março de 1882. A novela satiriza o cientificismo e o autoritarismo ao narrar as experiências do Dr. Simão Bacamarte, que interna quase toda a cidade em nome da razão.

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