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#Literatura Brasileira

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Poemas em verso

Custódia

Caroline Alves - 20/08/2026

Este conjunto de poemas de Gregório de Matos, expoente do Barroco baiano do século XVII, foi escrito em Salvador, em um contexto de boemia e transgressão social. Os versos endereçados a Custódia exploram o dilema entre o desejo carnal e o amor platônico, servindo como uma crônica satírica das relações amorosas e das convenções morais da época.

Poemas em verso

Joana

Caroline Alves - 20/08/2026

Estes poemas de Gregório de Matos, produzidos no século XVII em Salvador, narram o encontro do poeta com três moças na Igreja de São Francisco. Inicialmente, Joana é exaltada com galanteios barrocos que celebram sua beleza singular. Contudo, após uma desilusão, o tom muda radicalmente para a sátira, associando o uso de uma saia verde ao pecado e à queda da dama. A obra reflete a inconstância amorosa e a verve crítica do poeta diante da sociedade colonial baiana.

Poemas em verso

Pança farta e pé dormente

Caroline Alves - 19/08/2026

Este conjunto de poemas, pertencente à vasta produção satírica e lírica de Gregório de Matos (1636-1696), foi composto no século XVII, na Bahia colonial. Em um contexto de festividades, jornadas ao campo e eventos sociais em Salvador, o poeta utiliza uma linguagem coloquial e mordaz para retratar o cotidiano, os costumes e as contradições da elite baiana e da população local. O tema central é o registro burlesco do viver baiano seiscentista, expondo excessos, vícios e a hipocrisia social.

Poemas em verso

Opúsculo de Pedro Alz. da Neyva

Caroline Alves - 19/08/2026

O texto, de Gregório de Matos (século XVII, Brasil Colônia), compõe sua lírica satírica. Trata-se de uma série de poemas voltados à figura de Pedro Álvares da Neyva, um indivíduo que o autor satiriza por sua pretensa fidalguia, ascensão social baseada em artifícios, falsos títulos e casamentos por interesse. Gregório utiliza o deboche e a crítica social mordaz para expor a hipocrisia de figuras que compravam nobreza, retratando o ambiente decadente e de ambição da sociedade baiana seiscentista.

Poemas em verso

A freira: ralo, roda e grade

Caroline Alves - 19/08/2026

O texto, produzido por Gregório de Matos na Bahia do século XVII (período colonial), integra sua lírica satírica e amorosa. Trata-se de uma coletânea de poemas direcionados a freiras do Convento do Desterro, em Salvador, e a frequentadores do local. O autor relata suas tentativas de galanteio, rivalidades amorosas com frades, trocas de presentes e intrigas cotidianas da vida conventual baiana, retratando o erotismo e o humor cáustico característicos do barroco brasileiro.

Poemas em verso

Mariana, apelidada a rola

Caroline Alves - 19/08/2026

Este conjunto de textos, atribuído a Gregório de Matos (século XVII, Brasil Colônia), integra sua lírica satírica. Produzidos na Bahia, os poemas satirizam Mariana, apelidada de "Rola", criticando sua ascensão social através de relações de interesse, especialmente com o mercador inglês Thomaz Patrício. O autor expõe o ambiente de hipocrisia, futilidade e ambição da elite baiana, utilizando o deboche para desmascarar falsas fidalguias e escândalos morais da época.

Poemas em verso

Letrados

Caroline Alves - 19/08/2026

Estes poemas compõem a lírica satírica de Gregório de Matos, produzida na Bahia do século XVII. O autor, conhecido pelo estilo mordaz, volta sua pena contra "letrados", advogados e figuras públicas de Salvador. As composições, marcadas pelo uso de ironia, paródia e linguagem coloquial, expõem as pretensões sociais, a corrupção e os costumes de uma elite colonial que o poeta considerava intelectualmente medíocre e moralmente questionável, frequentemente ridicularizando seus rivais e desafetos.

Poemas em verso

Maria João

Caroline Alves - 19/08/2026

Este texto, atribuído a Gregório de Matos (século XVII, Brasil Colônia), integra sua lírica satírica. Produzido na Bahia, o autor usa o deboche para narrar conflitos amorosos, envolvendo as figuras de Maria João, sua mãe Izabel e Mariquita. Com linguagem mordaz e erótica, Gregório expõe a vida boêmia e as tensões sociais da sociedade baiana da época, utilizando a poesia como veículo de crítica aos costumes, à hipocrisia das relações amorosas e à moral vigente.

Baladas

Ao célebre Fr. Joanico compreendido em Lisboa em crimes de sodomita

Ronaldo Martins - 05/08/2026

Poema satírico atribuído a Gregório de Matos, provavelmente escrito durante sua permanência em Portugal ou com base em fatos ali conhecidos. O texto dirige-se ao frei Joanico, acusado de sodomia, e explora o episódio por meio de insultos, imagens grotescas e alusões à vida religiosa e carcerária. A composição integra a vertente satírica da poesia gregoriana, marcada pela crítica pessoal e pelo tom mordaz.

    Sátiras

    A Fr. Pascal que sendo abade de N. S. Das brotas hospedou ali com grandeza a d. Angela, e seus pais, que foram de romaria à aquele santuário

    Ronaldo Martins - 05/08/2026

    Poema encomiástico atribuído a Gregório de Matos, composto em homenagem a frei Pascoal, abade do Convento de Nossa Senhora das Brotas, por ocasião da acolhida oferecida a D. Ângela e seus pais durante uma romaria ao santuário. Misturando português e espanhol, o texto elogia a hospitalidade do religioso e lhe deseja prosperidade, harmonia na comunidade conventual e abundância material em sua administração.

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