Total de entradas encontradas: 179
A Luneta Mágica, de Joaquim Manuel de Macedo, é um romance brasileiro publicado em 1869 que mistura fantasia, ironia e crítica social. A história acompanha Simplício, um jovem míope física e moralmente, que recebe de um mágico uma luneta capaz de revelar o bem e o mal nas pessoas e no mundo ao seu redor. A obra, considerada uma das primeiras do fantástico no Brasil, usa essa fantástica visão como metáfora para refletir sobre a natureza humana, aparências e julgamentos, revelando a complexidade das relações e das convenções sociais na época do Segundo Reinado.
Amor e Pátria, de Joaquim Manuel de Macedo, é uma peça teatral em um ato escrita em meados do século XIX que articula temas de amor, honra e patriotismo no contexto das lutas pela Independência do Brasil. A trama acompanha personagens que debatem valores pessoais e cívicos enquanto se entrelaçam relações amorosas e eventos históricos, mostrando como o compromisso com a pátria se reflete tanto na vida pública quanto nos afetos privados. A obra combina elementos dramáticos e situações cômicas para refletir sobre o sentido de dever, lealdade e identidade nacional em um momento decisivo da história brasileira.
Machado de Assis (1839–1908) publicou o conto Fernando e Fernanda em 1866, no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro. O texto aborda o amor juvenil, a formação moral e a instabilidade dos afetos, explorando temas como fidelidade, vaidade e amadurecimento emocional. Com ironia sutil e análise psicológica, a narrativa antecipa traços centrais da obra madura do autor.
Machado de Assis (1839–1908) publicou o conto Filosofia de um par de botas em 1878, na revista O Cruzeiro, no Rio de Janeiro. Com humor e alegoria, o texto reflete sobre a vaidade, o envelhecimento e as vicissitudes sociais, dando voz a objetos para ironizar a condição humana e a transitoriedade do prestígio e da utilidade.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor do conto Flor Anônima, narrativa introspectiva que aborda a solidão feminina, a memória afetiva e as escolhas não realizadas. Por meio das recordações de Martinha, o texto reflete sobre o tempo, o amor perdido e a fragilidade das lembranças, simbolizadas por uma flor sem nome, vestígio silencioso de um afeto verdadeiro.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor do conto Folha rota, narrativa de tom trágico que aborda o amor impedido, os conflitos familiares e o peso das convenções sociais. Ambientado no Rio de Janeiro do século XIX, o texto revela, com sobriedade e ironia contida, como ressentimentos do passado moldam destinos e conduzem à frustração afetiva e à ruína moral.
Machado de Assis (1839–1908) publicou o conto Francisca no Jornal das Famílias, em 1867, no Rio de Janeiro. A narrativa aborda o conflito entre amor, dever e convenções sociais, explorando o sacrifício afetivo, o casamento imposto e a transformação moral das personagens. Com sensibilidade psicológica, o texto antecipa temas centrais da ficção machadiana.
Machado de Assis (1839–1908) publicou Esaú e Jacó em 1904, no Rio de Janeiro. O romance acompanha os gêmeos Pedro e Paulo, opostos em temperamento e ideias, para ironizar conflitos políticos, sociais e morais do Brasil do fim do século XIX. Com narrador refinado e tom crítico, a obra reflete a maturidade estética do autor e convida à leitura atenta das ambiguidades humanas.
Machado de Assis (1839–1908) publicou Encher tempo em 1876. O conto explora, com ironia e sutileza psicológica, o conflito entre vocação religiosa e amor humano, problematizando escolhas impostas, expectativas sociais e a ambiguidade dos sentimentos. A narrativa revela o olhar crítico do autor sobre moral, afetos e livre-arbítrio, convidando o leitor a refletir sobre o verdadeiro sentido da vocação.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor do conto “Entre santos”, narrativa de feição fantástica e satírica que explora a religiosidade, a hipocrisia moral e a psicologia humana. Por meio do diálogo entre imagens sacras, o texto ironiza a devoção interessada e revela o olhar crítico do autor sobre a fé e o egoísmo, combinando humor, reflexão moral e imaginação.