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Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Muitos anos depois” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1874. O conto explora vocação, amor frustrado, honra e segredo familiar, conduzindo a um desfecho trágico que revela as consequências morais de escolhas e equívocos.
Machado de Assis (1839–1908), fundador da ABL e expoente do Realismo, publicou “Médico é remédio” originalmente na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 1883. Com ironia fina, o conto retrata ciúme, orgulho e arranjos amorosos, mostrando como a vaidade e o despeito podem conduzir, inesperadamente, a novos enlaces.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “Nem uma nem outra” originalmente no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1873. O conto explora ciúme, interesse e orgulho, narrando o conflito amoroso de Vicente entre ambição e afeto, em crítica irônica às ilusões românticas e ao casamento por conveniência.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “Noite de Almirante” originalmente na Histórias sem data (Rio de Janeiro: Garnier, 1884). O conto narra o reencontro de um marujo com a amada infiel, explorando desilusão, orgulho e autoengano, em fina análise psicológica e irônica das paixões humanas.
Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou a comédia “Não consultes médico” originalmente em Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1876. A peça satiriza as “moléstias morais” e as curas sentimentais, mostrando como o amor frustrado se resolve não por receitas médicas, mas pela experiência partilhada e pelo reencontro afetivo.
Machado de Assis (1839–1908) publicou “Não é mel para a boca do asno” no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1868. O conto retrata amores desencontrados, vaidade e redenção moral, narrando o triângulo entre Hortênsia, Meneses e Marques. Com fina ironia e análise psicológica, revela que a felicidade exige caráter e maturidade.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou “O Alienista” em folhetins na revista A Estação (Rio de Janeiro), entre outubro de 1881 e março de 1882. A novela satiriza o cientificismo e o autoritarismo ao narrar as experiências do Dr. Simão Bacamarte, que interna quase toda a cidade em nome da razão.
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “O anel de Polícrates” originalmente na *Gazeta de Notícias*, no Rio de Janeiro, em 1878. O conto, em forma dialogada, satiriza a vaidade intelectual e a fugacidade das ideias, narrando a obsessão de Xavier por uma frase que, como o anel lendário, sempre lhe escapa.
Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O cônego ou metafísica do estilo” originalmente na coletânea Várias histórias, lançada no Rio de Janeiro em 1896. Com humor e refinamento filosófico, o conto alegoriza a criação literária, personificando substantivos e adjetivos no cérebro de um pregador.