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Machado de Assis (1839–1908), um dos principais escritores do Realismo brasileiro, publicou o conto “O carro nº 13” no periódico Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1868. A narrativa acompanha o fazendeiro Amaro, que, após se envolver em um romance epistolar misterioso, descobre um engano que revela a fragilidade das ilusões amorosas. Com humor e ironia, o autor critica a curiosidade romântica e as idealizações sentimentais.
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou o conto “O caso Barreto” na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 1892. A narrativa acompanha um amanuense sonhador e indolente que, entre devaneios sociais e projetos de ascensão, adia deveres profissionais. Com ironia fina, o autor examina a vaidade, a procrastinação e as ilusões de prestígio na vida urbana carioca.
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores autores do Realismo brasileiro, publicou o conto “O caso da viúva” originalmente no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1881. A narrativa examina os conflitos entre amor, conveniência social e dever familiar, acompanhando a jovem viúva Maria Luísa e as reviravoltas sentimentais que cercam seu destino, em tom irônico e crítico das ilusões românticas.
Machado de Assis (1839–1908), um dos principais nomes da literatura brasileira, publicou o poema narrativo “O Almada” em 1858, no Rio de Janeiro. A obra recria, em tom satírico-épico, um episódio do período colonial envolvendo o prelado Almada e conflitos entre autoridades civis, religiosas e o povo. Com linguagem paródica dos poemas heroicos, o texto combina crítica social, humor e erudição histórica.
O conto Demônios, de Aluísio Azevedo, apresenta uma narrativa marcada por tensão psicológica e atmosfera sombria. A história explora conflitos interiores, paixões intensas e impulsos humanos que parecem dominar os personagens como forças inevitáveis. Com tom dramático e crítico, o texto reflete sobre os limites entre razão, desejo e moral na sociedade.
Filomena Borges, de Aluísio Azevedo, apresenta a história de uma jovem envolvida em relações marcadas por interesses, paixões e conflitos sociais. A narrativa acompanha os desafios enfrentados pela protagonista em meio às expectativas e pressões da sociedade. Com olhar crítico, a obra revela costumes e valores do período, explorando as tensões entre sentimentos, ambição e reputação.
Girândola de Amores, de Aluísio Azevedo, reúne histórias marcadas por paixões, encontros e desencontros amorosos. A narrativa acompanha personagens envolvidos em relações complexas, nas quais sentimentos, interesses e ilusões se entrelaçam. Com olhar crítico e irônico, a obra explora os costumes e as contradições das relações afetivas na sociedade de seu tempo.
Mattos, Malta ou Matta? apresenta uma narrativa marcada por situações curiosas e irônicas envolvendo a dúvida sobre um nome: Mattos, Malta ou Matta. A partir dessa confusão, a história desenvolve episódios que revelam vaidades, aparências e pequenas rivalidades sociais. Com tom leve e bem-humorado, o enredo explora as contradições do comportamento humano e os costumes da sociedade da época.
O Cortiço apresenta a vida em um grande cortiço do Rio de Janeiro, onde diferentes personagens convivem em meio a disputas, paixões e dificuldades do cotidiano. A narrativa mostra como o ambiente influencia o comportamento das pessoas, revelando conflitos sociais, ambições e relações humanas dentro desse espaço coletivo marcado por intensa convivência.
Casa de Pensão, de Aluísio Azevedo, retrata a história de Amâncio, um jovem que se muda para o Rio de Janeiro para estudar e acaba se envolvendo em conflitos amorosos e sociais dentro de uma pensão. A obra expõe as tensões morais e os interesses da sociedade da época, revelando, com olhar crítico, as hipocrisias e pressões que moldam o destino dos personagens.