Por Machado de Assis (1872)
Ressurreição (1872), primeiro romance de Machado de Assis (1839-1908), marca o início de sua trajetória no gênero. Publicada no Rio de Janeiro, a obra foca no contraste psicológico entre Dr. Félix e a viúva Lívia. Sob influência de Shakespeare, o texto explora como a dúvida e o ciúme corroem a possibilidade de felicidade. Uma leitura essencial para mergulhar na gênese da análise da alma humana, apresentando um herói complexo, incoerente e caprichoso
Leia maisPor Machado de Assis (1872)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, publicou “Ruy de Leão” originalmente no Jornal das Famílias, em 1872. O conto aborda, com ironia e imaginação, temas como a imortalidade, o choque cultural e o tédio existencial. A narrativa mistura elementos históricos e fantásticos para refletir sobre os limites da condição humana.
Leia maisPor Machado de Assis (1994)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores nomes da literatura brasileira, constrói em “Sales” a figura de um visionário inquieto, dominado por ideias grandiosas e inconclusas. Publicado originalmente em 1885, o conto satiriza o idealismo improdutivo e a instabilidade humana, combinando ironia e crítica social típicas do autor.
Leia maisPor Lima Barreto (1911)
“O Homem que Sabia Javanês”, de Lima Barreto, é um conto satírico que narra a história de um homem que finge dominar uma língua exótica para conquistar prestígio e vantagens sociais. Com humor e crítica, a obra expõe a valorização superficial do saber e a facilidade com que aparências enganam, revelando vícios da sociedade brasileira da época.
Leia maisPor Lima Barreto (1911)
“O Número da Sepultura”, de Lima Barreto, apresenta uma reflexão crítica e irônica sobre a forma como a sociedade lida com a morte, a memória e a burocracia. A narrativa evidencia o descaso e as desigualdades que persistem até mesmo no pós-vida, revelando como procedimentos impessoais podem reduzir a dignidade humana a registros e números.
Leia maisPor Lima Barreto (1911)
“O Pecado”, de Lima Barreto, apresenta uma narrativa crítica que questiona valores morais e sociais impostos pela sociedade. Com ironia, o autor expõe contradições entre aparência e comportamento, revelando como julgamentos podem ser superficiais e injustos. A obra destaca a hipocrisia social e a pressão sobre o indivíduo, características marcantes da escrita de Lima Barreto.
Leia maisPor Lima Barreto (1905)
“O Subterrâneo do Morro do Castelo”, de Lima Barreto, apresenta uma narrativa marcada pela crítica social e pela observação da vida urbana do Rio de Janeiro. A obra explora espaços ocultos e simbólicos da cidade, revelando desigualdades, exclusões e contradições sociais. Com olhar atento e crítico, o autor expõe aspectos ignorados do cotidiano e da organização social da época.
Leia maisPor Lima Barreto (1915)
O Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, narra a história de um patriota idealista que acredita profundamente no Brasil e em suas riquezas culturais. Policarpo tenta valorizar a língua, a agricultura e as tradições nacionais, mas enfrenta incompreensão e frustração diante da burocracia e da corrupção. A obra mistura crítica social e ironia para mostrar o choque entre idealismo e realidade no país.
Leia maisPor Lima Barreto (1915)
O Único Assassinato de Cazuza, de Lima Barreto, é um conto que mistura ironia e crítica social para retratar a vida urbana e suas contradições. A narrativa acompanha o personagem Cazuza em meio a um episódio de crime e suspeitas, revelando como boatos, julgamentos precipitados e desigualdades sociais influenciam a forma como a verdade é construída e percebida na sociedade.
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