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#Contos#Literatura Brasileira

História de uma lágrima

Por Machado de Assis (1867)

Machado de Assis (1839–1908), principal nome da literatura brasileira, publicou o conto História de uma lágrima no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1867. A narrativa aborda o amor silencioso, o sacrifício e o remorso, explorando a dor íntima causada por convenções sociais e afetos não realizados. Com sensibilidade romântica e análise moral, o texto convida à reflexão sobre culpa, renúncia e sofrimento humano.

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#Crônicas#Literatura Brasileira

História de quinze dias

Por Machado de Assis (1900)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome da literatura brasileira, é autor de História de quinze dias, crônica em que observa com ironia e sutileza episódios do cotidiano, revelando hábitos sociais, vaidades e contradições humanas. O texto exemplifica o olhar crítico do autor sobre a vida urbana do século XIX e sua habilidade em transformar o banal em reflexão literária, convidando o leitor a perceber o extraordinário no comum.

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#Contos#Literatura Brasileira

História comum

Por Machado de Assis (1884)

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, é autor do conto História comum, narrativa irônica em que um simples alfinete assume a voz do narrador. A partir desse ponto de vista inusitado, o texto satiriza a hierarquia social, a vaidade e a instabilidade das posições humanas, combinando humor, crítica social e refinamento estilístico característicos da maturidade do autor.

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#Ensaios#Literatura Brasileira

Henriqueta Renan

Por Machado de Assis (1896)

Machado de Assis (1839–1908) é um dos maiores escritores da literatura brasileira. Em Henriqueta Renan, o autor traça um ensaio biográfico e crítico sobre a irmã de Ernest Renan, destacando o amor fraternal, o sacrifício, a formação intelectual e a influência moral exercida por ela na vida do pensador francês. O texto combina análise psicológica, sensibilidade memorialística e reflexão sobre vocação, dever e afeto.

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#Romances#Literatura Brasileira

Iracema

Por José de Alencar (1865)

Iracema é um romance de José de Alencar que narra o encontro entre a jovem indígena Iracema e o colonizador português Martim, no início da formação do Brasil. A obra combina amor, conflito cultural e lirismo para retratar o choque entre povos indígenas e europeus. Com linguagem poética e simbólica, o texto constrói uma narrativa mítica sobre a origem do povo cearense e da nação brasileira.

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#Romances#Literatura Brasileira

Helena

Por Machado de Assis (1876)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, publicou Helena originalmente em folhetins no jornal O Globo, no Rio de Janeiro, em 1876. O romance aborda temas como filiação, herança, moral burguesa e conflitos entre sentimento e convenção social, revelando a transição do autor do romantismo para uma visão crítica e psicológica da sociedade do Segundo Reinado.

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#Romances#Literatura Brasileira

Diva

Por José de Alencar (1864)

Diva é um romance urbano de José de Alencar que narra a história de Emília, uma jovem bela, rica e de temperamento orgulhoso, que desafia os padrões sociais e sentimentais do seu tempo. A obra acompanha o relacionamento entre Emília e Augusto, marcado por conflitos, jogos emocionais e reflexão sobre amor, vaidade e posição social, retratando costumes da sociedade brasileira do século XIX.

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#Contos#Literatura Brasileira

Habilidoso

Por Machado de Assis (1994)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, constrói em Habilidoso um retrato irônico do falso talento artístico e da vaidade alimentada pelo elogio fácil. O conto acompanha João Maria, pintor autodidata incapaz de reconhecer seus limites, expondo com fina crítica a ilusão do gênio, a recusa da técnica e o contraste entre ambição estética e miséria cotidiana.

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#Contos#Literatura Brasileira

Goivos e Carmélias

Por Machado de Assis (1873)

Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, apresenta em Goivos e camélias uma sátira mordaz sobre a vaidade literária e as ilusões do gênio romântico. A narrativa acompanha Luís Tinoco, poeta medíocre e ambicioso, expondo com ironia o contraste entre aspirações artísticas, reconhecimento público e realidade social, em crítica aguda ao culto da celebridade e ao arrivismo intelectual.

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