Por Gregório de Matos (1850)
Gregório de Matos (1636–1696), expoente do Barroco brasileiro, destacou-se pela sátira irreverente aos vícios sociais e ao clero da colônia. Em “Aos mesmos padres hóspedes…”, ridiculariza religiosos visitantes — entre eles o “padre Perico” — explorando caricatura e humor mordaz. O poema circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.
Leia maisPor Gregório de Matos (1850)
Gregório de Matos (1636–1696), poeta maior do Barroco brasileiro, celebrizou-se pela sátira mordaz e pelo duplo sentido erótico. Neste poema, contrapõe “flor” e “fruto” para ironizar o vigário e insinuar, com malícia, a posse simbólica do “fruto” enviado por Brites. O texto circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.
Leia maisPor Gregório de Matos (1850)
Gregório de Matos (1636–1696), poeta baiano do Barroco, célebre pela sátira mordaz, criticou costumes, clero e poder colonial. No poema “Ao padre Manuel Alvares…”, responde com ironia a uma provocação, reafirmando seu tom satírico contra religiosos vindos de Portugal. O texto circulou em manuscritos no século XVII e foi publicado pela primeira vez em livro no Rio de Janeiro, em 1850.
Leia maisPor Joaquim Manuel de Macedo (1861)
Os Romances da Semana reúne narrativas curtas originalmente publicadas em jornal, escritas de forma rápida e espontânea. Na introdução, o próprio autor apresenta os textos com humildade, reconhecendo imperfeições de estilo e simplicidade da ação, mas defendendo-os com afeto, como um pai que não abandona seus filhos. A obra preserva histórias que nasceram no espaço efêmero do jornalismo, oferecendo ao leitor um contato direto com a escrita imediata e reflexiva do século XIX.
Leia maisPor Joaquim Manuel de Macedo (1862)
Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro apresenta um percurso descritivo pela capital do século XIX, conduzindo o leitor por ruas, edifícios, praças e paisagens marcantes da cidade. O texto combina observação, memória e comentários históricos, revelando costumes, transformações urbanas e aspectos da vida cotidiana. A obra funciona como um guia literário, oferecendo um retrato vivo do Rio de Janeiro de sua época.
Leia maisPor Martins Pena (1846)
Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato apresenta uma comédia marcada pelo humor e pela crítica aos costumes do Brasil do século XIX. A trama se constrói a partir de situações exageradas causadas pelo ciúme e pela desconfiança, com personagens caricatos e conflitos do cotidiano urbano. Com diálogos rápidos e tom satírico, o texto ironiza relações sociais e abusos de autoridade da época.
Leia maisPor Martins Pena (1845)
Os dois ou o Inglês Maquinista é uma comédia teatral que retrata, de forma bem-humorada, os costumes da sociedade brasileira do século XIX. A trama gira em torno de confusões familiares, interesses amorosos e enganos provocados pela presença de um estrangeiro, revelando críticas à hipocrisia social e ao comportamento da elite. Com diálogos ágeis e situações cômicas, a obra diverte ao mesmo tempo em que satiriza a vida urbana da época.
Leia maisPor Martins Pena (1848)
Os Irmãos das Almas é uma comédia teatral que satiriza costumes da sociedade brasileira do século XIX. A trama gira em torno de personagens interesseiros que se aproveitam da religiosidade popular e de promessas feitas às almas para obter vantagens pessoais. Com humor e crítica social, o texto expõe a hipocrisia, a superstição e os vícios humanos, utilizando situações cômicas para provocar riso e reflexão no público.
Leia maisPor Martins Pena (1845)
Quem casa, quer casa apresenta uma comédia leve e crítica sobre o casamento e a vida familiar no século XIX. A trama gira em torno de um jovem casal que, ao se casar, enfrenta dificuldades para conquistar independência e um lar próprio. Por meio de situações cômicas e diálogos ágeis, o texto satiriza costumes sociais, interesses financeiros e conflitos entre gerações, oferecendo um retrato bem-humorado da sociedade da época.
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