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#Romances#Literatura Brasileira

Memorial de Aires

Por Machado de Assis (1908)

Memorial de Aires é o último romance de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente em 1908, no Rio de Janeiro. Em forma de diário, acompanha o conselheiro Aires em suas reflexões sobre amor, velhice, memória e a sociedade carioca às vésperas da Abolição, revelando a ironia e o refinamento psicológico do autor.

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#Anedotas#Literatura Brasileira

Metafísica das Rosas

Por Machado de Assis (1883)

Machado de Assis (1839–1908), fundador da ABL e mestre do Realismo, publicou “Metafísica das rosas” originalmente na Gazeta Literária, no Rio de Janeiro, em 1883. Em tom alegórico e paródia bíblica, o texto reflete sobre criação, vaidade e a condição humana, ao narrar a origem mítica das rosas e do homem, com ironia filosófica e crítica sutil.

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#Contos#Literatura Brasileira

Miloca

Por Machado de Assis (1870)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em Miloca o orgulho, a ambição social e as ilusões amorosas. Publicado originalmente no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1870, o conto retrata a ascensão e queda de uma jovem movida pelo desejo de distinção, revelando, com ironia, as contradições do coração e da sociedade.

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#Contos#Literatura Brasileira

Miss Dollar

Por Machado de Assis (1870)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou “Miss Dollar” originalmente no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1870. Com humor e ironia, o conto narra o amor do Dr. Mendonça por uma viúva desconfiada, tendo como ponto de partida o anúncio da cadelinha Miss Dollar. A trama satiriza o romantismo e expõe vaidade, interesse e ilusões afetivas.

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#Contos#Literatura Brasileira

A Dança dos Ossos

Por Bernardo Guimarães (1871)

O conto “A dança dos ossos”, de Bernardo Guimarães, apresenta uma narrativa de tom sombrio inspirada nas lendas do interior brasileiro. Ambientada em um cenário rural, a história gira em torno da violação de um túmulo e das consequências misteriosas que se seguem, envolvendo culpa, superstição e medo do sobrenatural. Com atmosfera tensa e descritiva, o autor constrói um enredo que mistura romantismo e elementos fantásticos, explorando o imaginário popular e o terror psicológico diante do desconhecido.

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#Romances#Literatura Brasileira

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Por Machado de Assis (1881)

Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado originalmente em 1881, no Rio de Janeiro. Marco do Realismo brasileiro, inaugura a fase mais madura do autor ao apresentar um narrador-defunto que revisita, com ironia e ceticismo, sua própria vida e a sociedade do Segundo Reinado, explorando temas como vaidade, poder e hipocrisia.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Entra agora o poeta a satirizar o dito padre

Por Gregório de Matos (1850)

Gregório de Matos (1636–1696), poeta baiano do Barroco, destacou-se pela sátira ferina aos costumes e ao clero colonial. Em “Entra agora o poeta a satirizar o dito padre”, intensifica o tom mordaz contra o padre Manuel Alvares, capelão da Marapé, explorando ironia e crítica moral. O poema circulou manuscrito no século XVII e teve publicação em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Ao padre Manuel Domingues Loureiro que recusando ir por capelão para angola por ordem de sua ilustríssima, foi ao depois prezo, e maltratado, porque resistiu as ordens do mesmo prelado.

Por Gregório de Matos (1850)

Gregório de Matos (1636–1696), maior nome da poesia satírica barroca no Brasil, retratou com ironia os conflitos morais e institucionais da colônia. No poema “Ao padre Manuel Domingues Loureiro…”, critica a recusa do religioso em partir para Angola e as punições sofridas, expondo tensões entre clero e autoridade episcopal. O texto circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

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#Sátiras#Literatura Brasileira

Ao vigário da Madre de Deos Manuel Rodrigues queixa o poeta de ter clérigos que lhe foram a casa pela festa do Natal, onde também ele estava e com galantaria o persuade, a que sacuda os hospedes fora de casa pelo gasto, que faziam

Por Gregório de Matos (1850)

Gregório de Matos (1636–1696), poeta maior do Barroco luso-brasileiro, tornou-se célebre pela sátira mordaz aos costumes e ao clero colonial. No poema “Ao vigário da Madre de Deos Manuel Rodrigues…”, com humor e ironia, critica os excessos e despesas provocados por clérigos em visita natalina. O texto circulou manuscrito no século XVII e foi publicado em livro no Rio de Janeiro, em 1850.

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