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#Comédias#Literatura Brasileira

Não consultes médico

Por Machado de Assis (1876)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo, publicou a comédia “Não consultes médico” originalmente em Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em 1876. A peça satiriza as “moléstias morais” e as curas sentimentais, mostrando como o amor frustrado se resolve não por receitas médicas, mas pela experiência partilhada e pelo reencontro afetivo.

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#Contos#Literatura Brasileira

Não é mel para a boca do asno

Por Machado de Assis (1868)

Machado de Assis (1839–1908) publicou “Não é mel para a boca do asno” no Jornal das Famílias, Rio de Janeiro, em 1868. O conto retrata amores desencontrados, vaidade e redenção moral, narrando o triângulo entre Hortênsia, Meneses e Marques. Com fina ironia e análise psicológica, revela que a felicidade exige caráter e maturidade.

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#Novelas#Literatura Brasileira

O Alienista

Por Machado de Assis (1882)

Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, publicou “O Alienista” em folhetins na revista A Estação (Rio de Janeiro), entre outubro de 1881 e março de 1882. A novela satiriza o cientificismo e o autoritarismo ao narrar as experiências do Dr. Simão Bacamarte, que interna quase toda a cidade em nome da razão.

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#Contos#Literatura Brasileira

O anel de Polícrates

Por Machado de Assis (1878)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou “O anel de Polícrates” originalmente na *Gazeta de Notícias*, no Rio de Janeiro, em 1878. O conto, em forma dialogada, satiriza a vaidade intelectual e a fugacidade das ideias, narrando a obsessão de Xavier por uma frase que, como o anel lendário, sempre lhe escapa.

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#Comédias#Literatura Brasileira

O bote de rapé

Por Machado de Assis (1864)

Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, publicou a comédia em versos “O bote de rapé” originalmente no livro Crisálidas, lançado no Rio de Janeiro em 1864. Em tom satírico, a peça ridiculariza o vício do rapé e os costumes urbanos, expondo com humor a vaidade, o consumismo e as tensões conjugais.

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#Contos#Literatura Brasileira

O cônego ou metafísica do estilo

Por Machado de Assis (1896)

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O cônego ou metafísica do estilo” originalmente na coletânea Várias histórias, lançada no Rio de Janeiro em 1896. Com humor e refinamento filosófico, o conto alegoriza a criação literária, personificando substantivos e adjetivos no cérebro de um pregador.

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#Contos#Literatura Brasileira

O dicionário

Por Machado de Assis (1882)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O dicionário” originalmente no livro Papéis Avulsos, lançado no Rio de Janeiro em 1882. Em tom alegórico e satírico, o conto critica o autoritarismo e a manipulação da linguagem, narrando as arbitrariedades do rei Bernardão para impor poder e conquistar Estrelada.

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#Contos#Literatura Brasileira

O diplomático

Por Machado de Assis (1884)

Machado de Assis (1839–1908), expoente do Realismo brasileiro, publicou “O diplomático” originalmente no livro Histórias sem data, lançado no Rio de Janeiro em 1884. O conto retrata, com ironia fina, as ilusões sociais e amorosas de Rangel, homem vaidoso e indeciso, desmascarando fantasias de grandeza e fracasso sentimental.

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#Contos#Literatura Brasileira

O empréstimo

Por Machado de Assis (1882)

Machado de Assis (1839–1908), mestre do Realismo brasileiro, publicou “O empréstimo” originalmente na coletânea Papéis Avulsos, lançada no Rio de Janeiro em 1882. O conto retrata, com ironia e fina análise psicológica, a súplica interesseira de Custódio a um tabelião, expondo vaidade, oportunismo e ilusões sociais.

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