Por Machado de Assis (1892)
Machado de Assis (1839–1908), principal autor do Realismo brasileiro, explora em “Um sonho e outro sonho” os conflitos entre memória, desejo, superstição e liberdade afetiva. A narrativa acompanha a viúva Genoveva, dividida entre a fidelidade ao marido morto e um novo amor, após sonhos perturbadores que parecem orientar seu destino. Com fina ironia e análise psicológica, o conto foi publicado originalmente em A Estação, em 31 de maio de 1892.
Leia maisPor Machado de Assis (1883)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em “Uma Senhora” a vaidade, o medo do envelhecimento e as ilusões da juventude. Com fina ironia e aguda observação psicológica, o conto acompanha D. Camila em sua luta contra a passagem do tempo. Publicado originalmente na Gazeta de Notícias em 1883 e reunido depois em Histórias sem data (Rio de Janeiro, 1884), o texto revela a maestria machadiana na construção de personagens complexas e humanas.
Leia maisPor Machado de Assis (1876)
Machado de Assis (1839–1908), mestre do conto brasileiro, combina humor, fantasia e sátira em “Uma visita de Alcibíades”. Publicado originalmente no Jornal das Famílias (Rio de Janeiro, outubro de 1876), sob o pseudônimo Victor de Paula, o texto narra o encontro insólito entre um desembargador espírita e o célebre ateniense Alcibíades. A narrativa ironiza os costumes modernos e evidencia a refinada inteligência crítica do autor.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, explora neste conto a força das ilusões amorosas e a solidão feminina. Publicado originalmente em A Estação em 15 de dezembro de 1884, no Rio de Janeiro, “Uma carta” acompanha as fantasias de Celestina, uma solteirona que acredita ter encontrado o amor, até o desfecho irônico e melancólico, típico da fina observação psicológica machadiana.
Leia maisPor Machado de Assis (1866)
Machado de Assis (1839–1908), principal nome do Realismo brasileiro, explora neste conto a força das ilusões amorosas e a solidão feminina. Publicado originalmente em A Estação em 15 de dezembro de 1884, no Rio de Janeiro, “Uma carta” acompanha as fantasias de Celestina, uma solteirona que acredita ter encontrado o amor, até o desfecho irônico e melancólico, típico da fina observação psicológica machadiana.
Leia maisPor Euclides da Cunha (1907)
Em *Peru versus Bolívia*, Euclides da Cunha analisa as disputas políticas e territoriais entre esses dois países sul-americanos, especialmente em regiões de fronteira marcadas por interesses econômicos e estratégicos. Com seu olhar atento para a geografia, a história e a diplomacia, o autor discute como os conflitos entre nações vizinhas refletem desafios mais amplos da organização política e da ocupação do território na América do Sul.
Leia maisPor Euclides da Cunha (1909)
Publicado postumamente em 1909, À Margem da História reúne ensaios e reportagens de Euclides da Cunha sobre a região amazônica e seus habitantes. A obra aborda temas como a exploração da borracha, as condições de vida dos trabalhadores e os desafios enfrentados nas fronteiras brasileiras, revelando aspectos pouco conhecidos do país e refletindo sobre questões sociais, econômicas e territoriais do início do século XX.
Leia maisPor Machado de Assis (1893)
Machado de Assis (1839–1908), maior nome do Realismo brasileiro, explora em “Um quarto de século” os desencontros entre ideal amoroso e vida conjugal. O conto narra o reencontro de Tomás e Raquel após vinte e cinco anos de separação, examinando memória, ilusões afetivas e a passagem do tempo com a fina ironia característica do autor. Publicado originalmente na revista A Estação, em 15 de agosto de 1893, no Rio de Janeiro.
Leia maisPor Machado de Assis (1906)
Machado de Assis (1839–1908), fundador da Academia Brasileira de Letras e maior nome da literatura brasileira, publicou “Um incêndio” originalmente no Almanaque Brasileiro Garnier, em 1906. O conto narra o gesto heroico de um oficial da marinha inglesa que arrisca a vida para salvar uma suposta vítima de um incêndio em Montevidéu. Com ironia sutil e refinada construção narrativa, Machado reflete sobre coragem, ilusão e os limites da percepção humana.
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