Por Machado de Assis (1897)
Escrito com a fina ironia de Machado de Assis (1839–1908), este conto de 1897 aborda as idealizações da juventude e a volatilidade dos sentimentos. Na trama, o tabelião Josino relembra seus tempos de estudante no Rio de Janeiro, quando se apaixonou platonicamente por um vulto distante observado de sua janela no morro do Castelo. Batizada poeticamente de Pia, a "sombra" acaba sendo substituída por um afeto real, em um sutil jogo existencial sobre as ilusões humanas.
Leia maisPor Machado de Assis (1872)
Com uma narrativa ágil e envolvente, este conto de Machado de Assis (1839–1908) explora o tema da dissimulação e das falsas expectativas no casamento. A trama acompanha três rapazes da corte carioca que tentam decifrar a misteriosa e altiva Sara Hope. O mais astuto deles, Andrade, finge uma personalidade ambiciosa para conquistá-la, mas a convivência pós-nupcial revela a fragilidade dessa farsa. É um convite irresistível à fina ironia machadiana sobre as ilusões do coração.
Leia maisPor Machado de Assis (1894)
Publicado originalmente na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 30 de novembro de 1894, este conto maduro de Machado de Assis (1839–1908) aborda o contraste entre as ilusões infantis e a fatalidade da vida. Na trama, o menino José Martins confunde o chamado inesperado para deixar a escola com o anúncio de um dia de festas e férias. A ironia machadiana se revela quando a promessa de diversão esbarra na dura realidade do luto, em um sensível convite à reflexão sobre a perda.
Leia maisPor Machado de Assis (1885)
Publicado originalmente no Rio de Janeiro na revista A Estação, em 31 de outubro de 1885, este célebre conto de Machado de Assis (1839–1908) aborda o despertar do desejo e a idealização romântica na adolescência. A narrativa acompanha o jovem Inácio, um jovem copista de quinze anos que vive sob o teto e as broncas de seu patrão. O rapaz suporta a rudeza do cotidiano fascinado pelos braços sempre nus de Dona Severina. Um convite irresistível à fina ironia machadiana sobre as ilusões da memória.
Leia maisPor Machado de Assis (1874)
Este texto de Machado de Assis (1839–1908) acompanha Valério, um homem de trinta anos que vive na pobreza como escrevente e revisor. Ao aceitar um raro convite social, sua vida se cruza com a de um vaidoso coronel e sua deslumbrante filha, Hélvia. Com sua célebre ironia, o autor constrói uma sutil sátira sobre os bastidores da política, o pedantismo e as conveniências que movem as relações humanas, revelando como o talento de uns serve de escada para o prestígio de outros.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Publicado originalmente na revista A Estação, no Rio de Janeiro, em 15 de junho de 1884, este conto de Machado de Assis (1839–1908) é uma sátira psicológica afiada sobre a inveja e o ressentimento humano. A narrativa investiga a trajetória de Nicolau, um homem cuja vida é regida por uma verdadeira patologia: a incapacidade de suportar a beleza, o talento ou o sucesso alheio. Com sua ironia cirúrgica, o autor traça uma caricatura amarga do espírito humano, culminando em uma surpreendente e vaidosa última vontade.
Leia maisPor Camilo Castelo Branco (1882)
A Brasileira de Prazins é um romance que retrata a sociedade portuguesa do século XIX por meio de uma trama marcada por paixões, interesses familiares e conflitos de honra. A obra acompanha personagens envolvidos em relações complexas, revelando costumes, valores e tensões sociais da época, ao mesmo tempo em que explora temas como amor, vingança e destino.
Leia maisPor Camilo Castelo Branco (1869)
"Os Brilhantes do Brasileiro" é uma narrativa que retrata os costumes e as relações sociais da sociedade portuguesa, explorando temas como ambição, status, riqueza e busca por reconhecimento. Por meio de personagens marcados por interesses e conflitos familiares, a obra apresenta uma crítica bem-humorada às aparências e aos valores sociais, oferecendo ao leitor um olhar atento e irônico sobre o comportamento humano.
Leia maisPor Camilo Castelo Branco (1862)
"Amor de Perdição", de Camilo Castelo Branco, é um dos principais romances do Romantismo português. A obra narra a história de amor entre Simão Botelho e Teresa de Albuquerque, jovens pertencentes a famílias rivais. Marcado por conflitos familiares, sofrimento e tragédia, o romance explora temas como paixão, honra e destino, tornando-se um dos mais conhecidos exemplos de amor impossível na literatura de língua portuguesa.
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